sábado, 30 de maio de 2015
MULHER(ES) DE (IN)FLUÊNCIA DA MINHA VIDA
O que é ser uma Mulher de Influência? Para algumas, ter um cargo; para outras, ter um emprego. Para umas, ter uma posição; para outras, estar em posição. Para umas, ter fluência verbal, social, intelectual, espiritual e outros "al's"; para outras, fazer fluir o fluxo de pensamento, de sentimento, de amor, de paixão, de alegria, de sintonia, de euforia...
Após pensar na palavra "Influência", impossível não pensar em mulheres. Mulheres que influenciaram e que ainda influenciam minha vida. Mulheres que foram e que são um marco histórico na minha caminhada, como minha MÃE; que me influenciou no mundo da leitura, da imaginação, da poesia, das quadrinhas rimadas, da música, do encantamento, do mistério... Além da leitura, ainda me influenciou no mundo da Contação de Histórias, dando-me de presente no dia das crianças, aniversário e sem ser data comemorativa, LIVROS! O presente era pra mim e para minhas irmãs, mas ela é que tinha o imenso prazer de sentar à beirada de nossas camas, pra nos contar "Uma história por Dia"; afim de que nós fossemos criança, o máximo de tempo possível e que, a CRIANÇA que habita dentro dela, também não crescesse nunca.
A outra grande mulher de influência em minha vida, foi a minha tia, Zilda Flores Dos Santos Santos. Ela me desvendou, me indicou, me conduziu, me contagiou e me ensinou, a fazer parte do mundo da Educação e a entender os meandros da política e da politicagem presente no dia a dia da escola; a diferença entre docência e decência; a diferença entre ensinar e amar e amar ensinar! Mas além dela, existiu também, uma outra grande mulher, que foi a mãe da minha tia e do meu pai, minha VÓ, Olga. Ela não está mais aqui em carne e osso, tornou ao pó, onde um dia, todos nós retornaremos. Mas, suas narrativas e o som de sua voz germânica, ainda ecoa em meus ouvidos. Ela me contava os testemunhos de luta e vitória; de dor e refrigério, de amor e desamor; de injustiças e justiças; do nazismo e das guerras; de salvação e misericórdia... ela me apresentou em capítulos e versículos, em suaves prestações, como num caleidoscópio: um fragmento de um Homem, de um Deus, de um Espírito, Aquele que mal sabia eu, seria o mais importante Homem da minha vida: JESUS CRISTO!
Além dessas mulheres, que são o ponto de partida de uma viagem sem data prevista para o retorno; pois, através delas possuo tal carga genética, algumas feições, algumas manias, que carrego em minhas veias e poros. Também as suas histórias inscritas na minha história e tatuadas em meu caráter, em meus sonhos, em meus planos, formando assim a minha essência humana. Além dessas matriarcas, existem outras que surgem no meio do caminho, como A PEDRA, representada no poema de Drummond. Ora elas podem ser obstáculos, ora podem ser a solução; como foi a minha diretora, nessas últimas semanas! A pedra é muito útil, estando ou no meio, ou à beira do caminho.
Ela pode ser uma necessária arma, para nos ajudar a afugentar animais ferozes e peçonhentos em estradas quase desertas; ou podem fazer parte de uma coleção, como Virginia Woolf e Amélien Polain, que as catavam, guardando-as em seus bolsos, pela simples necessidade de colecionar. Mas uma pedra pode ser também um obstáculo, impedindo a passagem, o tráfego, as ideias, o mar, as ondas, o vento... A escolha não é nem da pedra, por ser assim, e nem daquele que deseja tirá-la do meio ou da beira do caminho. A escolha pertence a sua própria escolha. E nesse jogo de escolhas há de se APRENDER: a esperar, a recuar, a persistir, a mudar, a sonhar, a transformar, a esquecer, a lembrar... que Mulheres de Influência, nos cercam por todos os lados e estão presentes em todos os espaços inimagináveis. E elas existem, para que possamos existir também. Porque uma Mulher de Influência, nunca está sozinha. Ela sempre está cercada de outras mulheres de influência.
Estar à beira do caminho, é permitir o fluxo. É estar sempre pronto. É se conhecer o suficiente para entender a sua função e a beleza que uma pedra tem quando se está na palma de uma mão ou à espera de mãos salvadoras, que as tire dali. E não tem como não falar de salvadora, sem citar o nome de minha irmã, Kati, (Oscar Manuel Dos Santos Junior)que sempre está ao lado de todos a sua volta, e pronta para fazer tudo, literalmente, salvando-nos de nós mesmos!
No meio do caminho, também encontramos as pedras que estão à nossa frente, iluminando a caminhada, apontando o caminho, nos pegando pelas mãos, nos ajudando a jogar as migalhas, para não perdermos o caminho de volta para casa; como faz tão bem a pastora Pra Fofa Macimo, a Mônica, a vizinha-irmã-amiga, Silvia Schemmel. Outras pedras, estão a nossa volta: ora a frente, iluminando e guiando-nos; ora atrás, cercando-nos; ora ao lado, ajudando-nos a carregar às dúvidas e o peso de nossas almas; como, as minhas amigas de fé, de oração e confidências: D. Vera, Aline( Cacio Packer), Gisele Costa Porto, Heloísa Urbina, Eleodora AaRashbaun, Roberta Buriti Gilvana Menslin, Cléo Schmitt, Marina Bruschi, Katia Lima...
Como já disse, as Mulheres de Influência, cercam o cerco de nossas vidas. No dia a dia da escola, existem aquelas que nos ensinam o caminho das pedras: na abordagem das leis, nas teorias de aprendizagem, na didática de ensino, na paciência, na tolerância, na perspicácia, na humildade, na bravura, na mansidão, na leveza, na paz, na alegria, na ironia, no amor que transmitem em tudo que fazem, como: a Elisa Bete, a Denise Maria Borba, a Karine Wolff, a Grasiela Aparecida Cabral Silva; a Lizane Gonçalves, a Julia Luiza Severo, a Márcia Mira, Dani, a Madô Maurer, a Rosana Edna Da Costa, ... e outras que vêm e que vão, mas que sempre deixam sua marca em nós, na escola e nos alunos, a Magali Severino, Tânia Alves, Euzi, Elaine Cristina da Silva, Yara De Oliveira Marcomini, Ivana Ramos, Katia, Alessandra, Maridilce, Sonia Rocha, Myrian Zilda Santos, Maria Júlia Flores Gianelli, Aline Luchini, Geane Pangéia, Nara Mello, Luzia Ane, Carmem Elizia Amorim, Elaine Cristine, Fernanda Fernandes Cidral, Adriane Schroeder Lins Leiroza, Madalena, Maitê, Isabel Cristina Goncalves, Josiany Machado e outras pedras e pedrinhas que existem, mas impossível contá-las, são inúmeras.
Outras grandiosas pedras que aparecem à beira do caminho, quando menos imaginamos, são os livros e suas ESCRITORAS. Mulheres essas, que parecem nos conhecer há anos. Parecem que decifram nossas almas e nossos anseios, como aconteceu quando li os livros de Clarice Lispector; que morreu antes mesmo de eu ter nascido, mas que a cada dia, parece ser mais familiar. E através de suas obras, aprendi a entender a beleza das entrelinhas, dos silêncios, dos gritos, dos sussurros que um texto tem. Aprendi a aprender. Aprendi que na desordem, está a intrínseca beleza das palavras. Que a POESIA está por trás do entendimento... Em um de seus relatos, a escritora te entrega em mãos as pedras que as coleciona: “é preciso entregar-se como eu me entreguei, porque ESCREVER, é para você sentir, mas principalmente, para que eu sinta também um pouco do que você senti (...) e ao escrever, revelo-me a ti em capítulos(...) e assim vou existindo em plenitude ”.
E a outra grandiosa pedra, que conheci recentemente, mas que conseguiu decifrar um lado que estava intocado, foi a escritora Pam Farrel, com seu livro “Mulher de Influência”, que me inspirou a escrever essa CRÔNICA, assim como todas as mulheres citadas, as que a memória não permitiu lembrar, e as que esqueci por vontade própria! Através de seus escritos, aprendi a organizar o caos que há em minha alma inquieta. Aprendi regras; aprendi que tenho que ter disciplina; aprendi que reeducação é algo pra sempre, contínuo e cíclico; aprendi que uma hora tem apenas 60 minutos e que ser é tão importante como sentir; Aprendi, que estar APAIXONADA por um “projeto” ou por “alguém”, só constrói o ALICERCE da casa, mas não a edifica e por isso, tomar a INICIATIVA, é sempre a melhor escolha; porque é ela que dispõem “os tijolos”, ou faz “aflorar os sentimentos”!!! E que mudar é sempre preciso, mesmo quando for inevitável! E que as PONTES que construímos, jamais podem ser destruídas, porque são elas que nos levam de volta pra casa.
Lilian Flores
segunda-feira, 25 de maio de 2015
A SAGA CREPÚSCULO CONTINUA...
Finalmente, sexta-feira, alguém(extraterrestre) teve a coragem de me chamar pra "conversar" em seu gabinete. Primeiramente, veio elogiando-me sobre meus dotes profissionais, como: saber escrever muito bem, ser uma ótima professora, dar boas aulas etc... Depois veio com uma "NOTIFICAÇÃO" verbal para que eu assinasse, na qual não entendi o motivo, visto que, quem cometeu "um crime" rompendo com parcerias, destruindo com um "patrimônio" sem autorização daqueles que o fizeram, não fui eu, mas a própria extraterrestre. Estou chamando-a deste delicado apelido, porque sou proibida de citar seu cargo, pois tem uma portaria e bla bla bla... entenderam? Inclusive fiz as devidas alterações na crônica anterior e nos comentários também; para não sofrer sansões penais. Esse é o país justo em que vivemos... Aquele que denuncia os desmandes e as injustiças, é que são ameaçados! É o que me restou... mas eu não tenho medo!
Dentro do gabinete, ou melhor, do circo, percebi o quanto somos palhaços, no sentido lato da palavra mesmo. E como gosto de um teatro, aproveitei o ensejo e fiz minha performance. Como é que é? Assinar uma notificação? É mesmo que dizer: sim, eu concordo com toda essa palhaçada!!!! NUNCA! Em alto e bom som, não assinei, só me arrependi de não ter feito um picadinho da 2ª via e jogado pro alto, como se joga confete!!!
Ainda dentro da Arena, a pergunta que não quer calar? Por que a Praça foi destruída? Só não me venha com a desculpa de caramujos africanos e dengue, porque pra mim, essa desculpinha não rola! Desconfio que seja preconceito a etnia. (risos) Mas a insistência nesse pseudomotivo, foi o ponto final de um bate-boca sem precedentes. Seria tão mais honesto dizer a verdade, nada mais que a verdade! Seria tão digno assumir que errou, assim como eu também errei. Pois, apesar de ser uma professora e estar em sala 9 a 8 aulas por dia, numa jornada de 10 aulas/dia. Nesses meus 45 minutos "livre" (ou seja, o único momento que tenho para correção de provas e redações, planejar atividades, e elaborar avaliações para 7 turmas), eu devia "ficar em seu pé" implorando e lembrando de seus afazeres, como enviar ofícios! Mas o engraçado é que quando um subalterno "fica no pé" pedindo as coisas que faltam, e acreditem, não é pouca coisa que falta em uma escola, somos considerados chatos, negativos, pessimistas, incoerentes e acima de tudo, estamos querendo o lugar de alguém! Eita, dá para avisar a nave mãe, que eu já disse zilhões de vezes, que não sirvo para tal cargo! Que não estou para tirar o lugar de ninguém, estou para sonhar, somar, multiplicar, para melhorar minhas aulas e ajudar meus alunos a lerem melhor e escreverem melhor. Por favor, me deixem em paz!!!!
Mas acima de todas os argumentos para consertar a "cagada" que fizeram: disse-me que "iria convocar uma assembleia com a comunidade, para saber o que eles querem e como querem..." Quase tive uma síncope nesse momento. Destrói-se um patrimônio, para depois perguntar o que é melhor fazer? Não seria o inverso, produção?
Que Deus me e nos ajude a vivermos nesse mundo de inversões de valores e de ações desmedidas, onde o melhor é sempre fazer como "eu quero" e dane-se o que o outro pensa, porque dialética no espaço educativo, é para alguns, um diálogo emagrecedor! (Gargalhadas)
Lilian Flores
Dentro do gabinete, ou melhor, do circo, percebi o quanto somos palhaços, no sentido lato da palavra mesmo. E como gosto de um teatro, aproveitei o ensejo e fiz minha performance. Como é que é? Assinar uma notificação? É mesmo que dizer: sim, eu concordo com toda essa palhaçada!!!! NUNCA! Em alto e bom som, não assinei, só me arrependi de não ter feito um picadinho da 2ª via e jogado pro alto, como se joga confete!!!
Ainda dentro da Arena, a pergunta que não quer calar? Por que a Praça foi destruída? Só não me venha com a desculpa de caramujos africanos e dengue, porque pra mim, essa desculpinha não rola! Desconfio que seja preconceito a etnia. (risos) Mas a insistência nesse pseudomotivo, foi o ponto final de um bate-boca sem precedentes. Seria tão mais honesto dizer a verdade, nada mais que a verdade! Seria tão digno assumir que errou, assim como eu também errei. Pois, apesar de ser uma professora e estar em sala 9 a 8 aulas por dia, numa jornada de 10 aulas/dia. Nesses meus 45 minutos "livre" (ou seja, o único momento que tenho para correção de provas e redações, planejar atividades, e elaborar avaliações para 7 turmas), eu devia "ficar em seu pé" implorando e lembrando de seus afazeres, como enviar ofícios! Mas o engraçado é que quando um subalterno "fica no pé" pedindo as coisas que faltam, e acreditem, não é pouca coisa que falta em uma escola, somos considerados chatos, negativos, pessimistas, incoerentes e acima de tudo, estamos querendo o lugar de alguém! Eita, dá para avisar a nave mãe, que eu já disse zilhões de vezes, que não sirvo para tal cargo! Que não estou para tirar o lugar de ninguém, estou para sonhar, somar, multiplicar, para melhorar minhas aulas e ajudar meus alunos a lerem melhor e escreverem melhor. Por favor, me deixem em paz!!!!
Mas acima de todas os argumentos para consertar a "cagada" que fizeram: disse-me que "iria convocar uma assembleia com a comunidade, para saber o que eles querem e como querem..." Quase tive uma síncope nesse momento. Destrói-se um patrimônio, para depois perguntar o que é melhor fazer? Não seria o inverso, produção?
Que Deus me e nos ajude a vivermos nesse mundo de inversões de valores e de ações desmedidas, onde o melhor é sempre fazer como "eu quero" e dane-se o que o outro pensa, porque dialética no espaço educativo, é para alguns, um diálogo emagrecedor! (Gargalhadas)
Lilian Flores
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quarta-feira, 20 de maio de 2015
ERA UMA VEZ...
ERA UMA VEZ...
CADÊ A NOSSA PRAÇA DE LEITURA? Não existe mais! Simples assim...
Alguém (Extraterrestre), entra na escola às 16h, com um trator e um caminhão para retirar os pneus chumbados com cimento e os pneus com terra, flores, outros com orégano, manjericão, alfavaca, tomatinho cereja, etc. A mando de quem? Ninguém! (Outro Extraterreste)
Então, desesperada, atônita, ao mesmo tempo trêmula, pasma, entre outros sentimentos impossíveis de serem descritos, apenas sentidos; fui à Extraterrestre-mor da Escola, perguntar o porquê de tal atrocidade? Resposta nº 1:
"Muitas denúncias por causa da dengue, muito incômodo", emendou! Oras, quando eles estavam sem cimento, concordo com a denúncia, mas no mesmo dia da denúncia, realizada na Rádio São Francisco, no Programa do Sared, a Secretária de Educação, esteve verificando in loco a situação e conversou pessoalmente comigo e com a Denise Borba, Coord. do Projeto Mais Educação, que a solução era apenas chumbar os pneus-mesas com terra e cimento. Rapidamente o problema foi resolvido, com envio de funcionário da Sec. de Obras e material para concretagem. Os demais pneus estavam com terra e flores, outros com terra e temperos, outros apenas com terra a espera das mudas que seriam cedidas pela Secretaria de Agricultura, mediante a CI de solicitação. Estávamos a espera!!!!! Haviam dois pneus sem cimento e sem terra, em uma praça com mais de 60 pneus!
Resposta nº 2:
"Será construída uma nova praça, toda cimentada com grade... muita correria dessa guriada"
Não sei qual das duas respostas é a pior! Talvez vocês possam me ajudar? Até imagino a praça pronta daqui uns 20 anos! E também imagino o estilo: "Carandiru" pra ver o sol nascer quadrado, mas num tom gótico, renascentista, ou quem sabe art noveau, ou à lá Romero Brito, o novo hit do momento! Até já anteciparam a cor da grade da grande jaula: "verde, tipo telinha, Lilian", disse uma professora! Agora, todos enjaulados como porcos em currais, como animais em cativeiros... Na certa tem tudo haver com a nossa proposta de Praça de Leitura, em que a identidade do bairro foi preservada; onde a maioria dos pais dos nossos alunos, trabalham como Caminhoneiros, além das muitas oficinas mecânicas e borracharias existentes na nossa querida Reta!!!!
Resposta nº3:
"A praça estava abandonada!" Com certeza estava mesmo, esse ano! Esse foi o único argumento plausível, mas também desorientado, pra não dizer irresponsável! Oras, para que as cores dos pneus ficassem "vivas", vibrantes, era preciso comprar mais latas de tintas. Para plantar alface, cebolinha, couve, etc.. como tínhamos no início, era preciso mais terra, adubo e novas mudas...parece que a C.I., ainda não chegou na Sec. de Agricultura ou não foi respondida até a presente data. As mesas estavam com cimento, prontas para o início da Oficina de Mosaico, coordenada pela Profª Rosana, no Mais Educação, mas também parece que a C.I. não chegou na Secretaria de Cultura ou não foi respondida. Pois, segundo a Rosana, não seria preciso comprar azulejos, devido ao acervo existente na Cultura. É verdade que faltavam bancos para as crianças sentarem, mas em pareceria com o Mais Educação, a coordenadora, sugeriu a compra de bancos prontos de cimento, adequados para mesas redondas. Porém, como o repasse do gov. Federal está atrasado desde o início do ano, para todo o Brasil, essa ideia ficou em stand bye!
Mas eu me pergunto: será que os "atores" da educação sabem realmente o que significa um PROJETO? Ou eles acham que projeto é algo copiado da internet, ou copiado de algum caderno de planejamento?(risos) Ou projeto é uma mercadoria comprada por alguém que não sabe escrever como infelizmente, muitos fazem para obter sua monografia, logo seu diploma e consequentemente "dar aula". Ou que projeto, é algo que tem início, meio e fim? Realmente, ele tem início e meio, mas FIM, nunca! Ah, tem gente que acha que projeto tem dono? Pode ter idealizador(a), mentor(a), coordenador(a) etc... A impressão que dá, pela atitude grotesca, é que foi vingancinha barata: o projeto é da "dona" Lilian Flores, então vamos acabar com o projeto "dela".
Realmente eu o escrevi por algumas madrugadas de inspiração, mas foi pensando em todos e para todos. Ambiente colorido, alegre perfumado para aulas de leitura em Língua Portuguesa, comigo no ginásio e também para as prof.ª regentes do primário; para aulas de xadrez nas disciplinas de Ed. Física e Matemática; para aulas de pintura, em Artes; para aulas sobre tipos de solos, em Geografia; para aulas de fotossíntese, insetos, invertebrados, plantas, em Ciências; para oficinas de Mosaico e artesanato, no programa Mais Educação; para aulas de Apoio pedagógico nos contraturnos, pois as professoras ficam a caça de uma sala vazia; entre outras necessidades oriundas no dia a dia de uma escola.
Enfim, nessa segunda-feira e hoje pela manhã, percebi o quanto somos impotentes. E que ter a tinta na caneta, faz muita diferença, porque eu só tenho a caneta, mas sem tinta. Percebi também, que os reais motivos sempre ficam nas entrelinhas dos discursos. Percebi que a mesquinhez, é um dos piores defeitos do "serumano". Percebi que as (in)competências têm nomes e endereços. Percebi que a inveja, corrói olhares, deixando as pessoas mais míopes, que o grau congênito de nascença. Percebi, que a preocupação com a Leitura, é imediatista e sazonal. Percebi que hierarquia, é apenas para os peixes pequenos, como eu! Percebi que educar, é para alguns, sinônimo de encurralar. Percebi que Educação, em alguns momentos, deveria ser escrita com I, que no latim significa, negação. Percebi que transdisciplinaridade, interdisciplinaridade, projetos e outras nomenclaturas, são apenas nomenclaturas, sem sentido algum, sem razão alguma de existir. Percebi, que as pessoas estão anestesiadas pelo comodismo; pelo pronto e acabado; pelo efêmero; pela invalidez do pensar e agir. Percebi que querer inovar, reciclar, reaproveitar, reutilizar, ressignificar, é um ato não de responsabilidade pessoal e social, mas de mediocridade, só para cumprir curriculum, para constar no Informativo, para aparecer nas mídias, para "causar".
Quando eu postei no Face(mídia gratuita), em nenhum momento foi com o objetivo de: "olha o que eu fiz!". Pelo contrário, foi postado apenas, para pedir mais parcerias e mostrar aos parceiros e apoiadores o que foi feito, e o que ainda faltava fazer. Tanto, que o radialista e amigo pessoal, Sared Bueri, gratuitamente postou em seu blog e em seu programa "Na Boca do Povo", as carências do Projeto e por sua conta, os elogios; não a mim, porque papel não tem valor algum, se o projeto não tomar forma concreta e real. Os elogios foram a todos que botaram a "mão na massa", cedendo aulas, cedendo alunos, comprando material, pintando os pneus, colocando terra, plantando, cuidando, regando, colhendo, doando mudas, flores, tintas, pincéis, buscando pneus nas borracharias, entregando ofícios nas empresas, emprestando o carro, cedendo aula atividade, etc...
Perdão alunos; perdão pais e comunidade; perdão professores; perdão apoiadores financeiros (VEGA do Sul com as mudas; TESC, com os Baús para os livros; perdão Sared, pela divulgação; perdão PRAIANA, STEIL, HEINZ FOESTER, Mat. SÃO CHICO, pelas latas de tintas; perdão A Ong. Internacional OMUNGA, pelos livros doados a nós e não a África, eles estão sendo MUITO usados em sala de aula; perdão a quem se achar de direito. Ainda bem que os baús e os livros estavam dentro da minha sala, já imaginaram...?
Resumo da ópera de hoje, alguns amigos me disseram assim: "É um incômodo a menos pra ti"; "pense pelo lado positivo, acabou antes de começar"; " eu já tô tão acostumada com isso, que pra mim não é novidade"; "hoje você tem inspiração para escrever uma nova crônica".
Lilian Flores
CADÊ A NOSSA PRAÇA DE LEITURA? Não existe mais! Simples assim...
Alguém (Extraterrestre), entra na escola às 16h, com um trator e um caminhão para retirar os pneus chumbados com cimento e os pneus com terra, flores, outros com orégano, manjericão, alfavaca, tomatinho cereja, etc. A mando de quem? Ninguém! (Outro Extraterreste)
Então, desesperada, atônita, ao mesmo tempo trêmula, pasma, entre outros sentimentos impossíveis de serem descritos, apenas sentidos; fui à Extraterrestre-mor da Escola, perguntar o porquê de tal atrocidade? Resposta nº 1:
"Muitas denúncias por causa da dengue, muito incômodo", emendou! Oras, quando eles estavam sem cimento, concordo com a denúncia, mas no mesmo dia da denúncia, realizada na Rádio São Francisco, no Programa do Sared, a Secretária de Educação, esteve verificando in loco a situação e conversou pessoalmente comigo e com a Denise Borba, Coord. do Projeto Mais Educação, que a solução era apenas chumbar os pneus-mesas com terra e cimento. Rapidamente o problema foi resolvido, com envio de funcionário da Sec. de Obras e material para concretagem. Os demais pneus estavam com terra e flores, outros com terra e temperos, outros apenas com terra a espera das mudas que seriam cedidas pela Secretaria de Agricultura, mediante a CI de solicitação. Estávamos a espera!!!!! Haviam dois pneus sem cimento e sem terra, em uma praça com mais de 60 pneus!
Resposta nº 2:
"Será construída uma nova praça, toda cimentada com grade... muita correria dessa guriada"
Não sei qual das duas respostas é a pior! Talvez vocês possam me ajudar? Até imagino a praça pronta daqui uns 20 anos! E também imagino o estilo: "Carandiru" pra ver o sol nascer quadrado, mas num tom gótico, renascentista, ou quem sabe art noveau, ou à lá Romero Brito, o novo hit do momento! Até já anteciparam a cor da grade da grande jaula: "verde, tipo telinha, Lilian", disse uma professora! Agora, todos enjaulados como porcos em currais, como animais em cativeiros... Na certa tem tudo haver com a nossa proposta de Praça de Leitura, em que a identidade do bairro foi preservada; onde a maioria dos pais dos nossos alunos, trabalham como Caminhoneiros, além das muitas oficinas mecânicas e borracharias existentes na nossa querida Reta!!!!
Resposta nº3:
"A praça estava abandonada!" Com certeza estava mesmo, esse ano! Esse foi o único argumento plausível, mas também desorientado, pra não dizer irresponsável! Oras, para que as cores dos pneus ficassem "vivas", vibrantes, era preciso comprar mais latas de tintas. Para plantar alface, cebolinha, couve, etc.. como tínhamos no início, era preciso mais terra, adubo e novas mudas...parece que a C.I., ainda não chegou na Sec. de Agricultura ou não foi respondida até a presente data. As mesas estavam com cimento, prontas para o início da Oficina de Mosaico, coordenada pela Profª Rosana, no Mais Educação, mas também parece que a C.I. não chegou na Secretaria de Cultura ou não foi respondida. Pois, segundo a Rosana, não seria preciso comprar azulejos, devido ao acervo existente na Cultura. É verdade que faltavam bancos para as crianças sentarem, mas em pareceria com o Mais Educação, a coordenadora, sugeriu a compra de bancos prontos de cimento, adequados para mesas redondas. Porém, como o repasse do gov. Federal está atrasado desde o início do ano, para todo o Brasil, essa ideia ficou em stand bye!
Mas eu me pergunto: será que os "atores" da educação sabem realmente o que significa um PROJETO? Ou eles acham que projeto é algo copiado da internet, ou copiado de algum caderno de planejamento?(risos) Ou projeto é uma mercadoria comprada por alguém que não sabe escrever como infelizmente, muitos fazem para obter sua monografia, logo seu diploma e consequentemente "dar aula". Ou que projeto, é algo que tem início, meio e fim? Realmente, ele tem início e meio, mas FIM, nunca! Ah, tem gente que acha que projeto tem dono? Pode ter idealizador(a), mentor(a), coordenador(a) etc... A impressão que dá, pela atitude grotesca, é que foi vingancinha barata: o projeto é da "dona" Lilian Flores, então vamos acabar com o projeto "dela".
Realmente eu o escrevi por algumas madrugadas de inspiração, mas foi pensando em todos e para todos. Ambiente colorido, alegre perfumado para aulas de leitura em Língua Portuguesa, comigo no ginásio e também para as prof.ª regentes do primário; para aulas de xadrez nas disciplinas de Ed. Física e Matemática; para aulas de pintura, em Artes; para aulas sobre tipos de solos, em Geografia; para aulas de fotossíntese, insetos, invertebrados, plantas, em Ciências; para oficinas de Mosaico e artesanato, no programa Mais Educação; para aulas de Apoio pedagógico nos contraturnos, pois as professoras ficam a caça de uma sala vazia; entre outras necessidades oriundas no dia a dia de uma escola.
Enfim, nessa segunda-feira e hoje pela manhã, percebi o quanto somos impotentes. E que ter a tinta na caneta, faz muita diferença, porque eu só tenho a caneta, mas sem tinta. Percebi também, que os reais motivos sempre ficam nas entrelinhas dos discursos. Percebi que a mesquinhez, é um dos piores defeitos do "serumano". Percebi que as (in)competências têm nomes e endereços. Percebi que a inveja, corrói olhares, deixando as pessoas mais míopes, que o grau congênito de nascença. Percebi, que a preocupação com a Leitura, é imediatista e sazonal. Percebi que hierarquia, é apenas para os peixes pequenos, como eu! Percebi que educar, é para alguns, sinônimo de encurralar. Percebi que Educação, em alguns momentos, deveria ser escrita com I, que no latim significa, negação. Percebi que transdisciplinaridade, interdisciplinaridade, projetos e outras nomenclaturas, são apenas nomenclaturas, sem sentido algum, sem razão alguma de existir. Percebi, que as pessoas estão anestesiadas pelo comodismo; pelo pronto e acabado; pelo efêmero; pela invalidez do pensar e agir. Percebi que querer inovar, reciclar, reaproveitar, reutilizar, ressignificar, é um ato não de responsabilidade pessoal e social, mas de mediocridade, só para cumprir curriculum, para constar no Informativo, para aparecer nas mídias, para "causar".
Quando eu postei no Face(mídia gratuita), em nenhum momento foi com o objetivo de: "olha o que eu fiz!". Pelo contrário, foi postado apenas, para pedir mais parcerias e mostrar aos parceiros e apoiadores o que foi feito, e o que ainda faltava fazer. Tanto, que o radialista e amigo pessoal, Sared Bueri, gratuitamente postou em seu blog e em seu programa "Na Boca do Povo", as carências do Projeto e por sua conta, os elogios; não a mim, porque papel não tem valor algum, se o projeto não tomar forma concreta e real. Os elogios foram a todos que botaram a "mão na massa", cedendo aulas, cedendo alunos, comprando material, pintando os pneus, colocando terra, plantando, cuidando, regando, colhendo, doando mudas, flores, tintas, pincéis, buscando pneus nas borracharias, entregando ofícios nas empresas, emprestando o carro, cedendo aula atividade, etc...
Perdão alunos; perdão pais e comunidade; perdão professores; perdão apoiadores financeiros (VEGA do Sul com as mudas; TESC, com os Baús para os livros; perdão Sared, pela divulgação; perdão PRAIANA, STEIL, HEINZ FOESTER, Mat. SÃO CHICO, pelas latas de tintas; perdão A Ong. Internacional OMUNGA, pelos livros doados a nós e não a África, eles estão sendo MUITO usados em sala de aula; perdão a quem se achar de direito. Ainda bem que os baús e os livros estavam dentro da minha sala, já imaginaram...?
Resumo da ópera de hoje, alguns amigos me disseram assim: "É um incômodo a menos pra ti"; "pense pelo lado positivo, acabou antes de começar"; " eu já tô tão acostumada com isso, que pra mim não é novidade"; "hoje você tem inspiração para escrever uma nova crônica".
Lilian Flores
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
SUPERMÃE
Esse vídeo explica que minha mãe é minha SUPERMÃE!!!! Clarice foi para seu colo, antes do meu. Conheceu seu cheiro, antes de sentir o sabor do leite materno. Participou da vigília de oração com meus amados irmãos, antes de nós duas orarmos juntas, agradecendo a dádiva da vida.
Ser mãe é deixar os filhos crescerem. É saber que eles não pertencem a nós, estão apenas emprestados por um tempo indeterminado. Ser mãe é um treinamento para ATRIBUIÇÕES FUTURAS. É um estágio que pode durar apenas 3 meses, 6 meses, 2 anos, 18, 30, 35 anos..., mas todas nós, fazemos o possível para que esse estágio nunca termine e que se prolongue no, "até que a morte nos separe!" Porém, mesmo a morte nos separando, não deixamos de ser mãe.
O estágio termina, para iniciar um outro. Que outro? Não posso lhe responder porque não sou Deus. Mas acredito que nada acontece em vão. Se procurarmos as respostas, encontraremos Aquele que nos dará a resposta certa. Às vezes é preciso enterrar uma semente para que nasça uma árvore com muitos frutos.
Eu não tenho essa pretensão de ser uma SUPERMÃE. Sendo uma boa mãe já ficarei satisfeita. A minha SUPERMÃE é uma serva do nosso Deus e da sua família também. Pois, cuida da minha filha, Clarice, por meio período, mas já cuidou dos outros dois netos também: João Vitor Flores Braga e Heloisa. Mesmo assim, continua sendo secretária do Círculo de Oração, frequentando os cultos na terça, quarta, quinta e domingo à noite, e visitando as famílias nas quartas à tarde com suas amigas de oração. Ufa! Deus é Fiel!
Enfim, ser mãe é estar pronta para servir! Ajudar o outro; estender a mão; suprir necessidades; ser ombro e ouvido amigo; dar sem esperar receber; aprender a receber, sem precisar dar.
Ser mãe é se deixar ser...
Te amooooooo mamãe!!!
Minha Sandrinha e das minhas irmãs também!
Lilian Flores
Ser mãe é deixar os filhos crescerem. É saber que eles não pertencem a nós, estão apenas emprestados por um tempo indeterminado. Ser mãe é um treinamento para ATRIBUIÇÕES FUTURAS. É um estágio que pode durar apenas 3 meses, 6 meses, 2 anos, 18, 30, 35 anos..., mas todas nós, fazemos o possível para que esse estágio nunca termine e que se prolongue no, "até que a morte nos separe!" Porém, mesmo a morte nos separando, não deixamos de ser mãe.
O estágio termina, para iniciar um outro. Que outro? Não posso lhe responder porque não sou Deus. Mas acredito que nada acontece em vão. Se procurarmos as respostas, encontraremos Aquele que nos dará a resposta certa. Às vezes é preciso enterrar uma semente para que nasça uma árvore com muitos frutos.
Eu não tenho essa pretensão de ser uma SUPERMÃE. Sendo uma boa mãe já ficarei satisfeita. A minha SUPERMÃE é uma serva do nosso Deus e da sua família também. Pois, cuida da minha filha, Clarice, por meio período, mas já cuidou dos outros dois netos também: João Vitor Flores Braga e Heloisa. Mesmo assim, continua sendo secretária do Círculo de Oração, frequentando os cultos na terça, quarta, quinta e domingo à noite, e visitando as famílias nas quartas à tarde com suas amigas de oração. Ufa! Deus é Fiel!
Enfim, ser mãe é estar pronta para servir! Ajudar o outro; estender a mão; suprir necessidades; ser ombro e ouvido amigo; dar sem esperar receber; aprender a receber, sem precisar dar.
Ser mãe é se deixar ser...
Te amooooooo mamãe!!!
Minha Sandrinha e das minhas irmãs também!
Lilian Flores
terça-feira, 28 de abril de 2015
AS MÃOS
Um abraço
na cumplicidade
de ideias,
Filosofia;
e ideais,
Teologia!
Os olhares perdidos,
a solidão
de medos:
Psicologia;
e desejos,
Sexologia!
As palavras soltas
ao vento
dos egos:
Psiquiatria;
e verbos,
Morfologia ou
Chatologia!
O aroma da saudade
no olfato
das narinas:
Perfumaria;
e boca:
Otorrinolaringologia!
O encontro de mãos
de dedos,
de unhas,
de ...
Nostalgia de alegria!
na cumplicidade
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Filosofia;
e ideais,
Teologia!
Os olhares perdidos,
a solidão
de medos:
Psicologia;
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Sexologia!
As palavras soltas
ao vento
dos egos:
Psiquiatria;
e verbos,
Morfologia ou
Chatologia!
O aroma da saudade
no olfato
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Perfumaria;
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quarta-feira, 15 de abril de 2015
Aos 24 anos!
O menino disse que está apaixonado, mas eu já tive 24 anos e me lembro bem do que é estar apaixonada nessa idade... Antes que me arrastem pelas ruas, como fazem as crianças brincando de torturar Judas, na semana da Quaresma; acredito que existam verdadeiras paixões, que surjam nessa idade e se solidificam, transformando-se em AMOR: o mais cobiçado dos sentimentos; mas, son las excepciones!!
Aos 24 anos a gente se apaixona por Brad Pitt, Tom Cruise, Antônio Bandeiras e outros galãs do cinema... eu não perdia um filme deles e colecionava fotos e informações sobre suas vidas pessoais, se achando íntima, quase da família! Aos 24 anos a gente se apaixona pelo sobrinho da vizinha que vem passar férias de verão na casa da tia e o resto do ano, pelo filho dela. Também se apaixona pelo surfista que encosta a prancha ao lado de sua canga na praia e tenta te ensinar manobras que você jamais vai aprender; até porque, seu sonho de consumo não é dropar!
Você se apaixona pelo menino novo que acabou de aparecer na igreja e faz de tudo pra saber tudo sobre ele. Se apaixona pelo amigo mais próximo, aquele quase confidente. Contamos-lhe tudo, menos a paixonite.
Por uma voz estranha ao atender o telefone, um quase locutor e fica torcendo pra conhecer o dono, um dia. Se apaixona pelo personagem do livro que nem existe, mas pra você é o príncipe, que a qualquer momento vai pular dali para os seus braços, assim que chegares à última página. Algumas pessoas podem pensar: mas eu fazia isso nos meus 14 anos, 18 anos... Nessa idade eu estava nas quadras de vôlei e só pensava em medalhas. Eu confesso: sempre fui retardatária!
Eu me apaixonei pelo pai da minha filha, só porque ele abria a porta do carro pra mim e se ajoelhava para fazer pedidos. Eu também já me apaixonei por pessoas que cantam; simplesmente porque elas parecem divinas: uma mistura de pássaro, gente e anjo. Também me apaixonei por poetas, principalmente os que declamavam; porque eles têm a capacidade de tornar seus escritos mais reais. Já me apaixonei por revolucionários, só porque eles gostam de complicar o sentido do que é simples e simplificar o sentido, do que é complicado.
Já me vi apaixonada por homens que tocavam violão, outros violino, outros piano, porque suas palavras eram notas musicais. Apaixonei-me por atores de teatro, contadores de história, porque contavam-me e cantavam-me e eu sempre me fazia de desapercebida, por medo de virar uma personagem apenas. Já me apaixonei pelo sotaque e seu jeito gaúcho, paranaense, paulista, carioca... de ser! Também me apaixonei por pastores (solteiros, claro!); porque eles pregavam aquilo que eu queria dizer, mas não podia.
Enfim, aos 24 anos a gente se permite se apaixonar por tudo e por todos, não necessariamente nessa mesma ordem. Existe uma liberdade de escolher que transcende a própria escolha em si. Eu quase suspeito, que a gente brinca de escolher. Tem um dito popular que diz "Quem muito escolhe, pior recolhe." Pra mim, esse dito serve para comerciantes acelerarem as negociações de compra e venda de mercadorias. Mas pessoas não são enlatados, que estão nas prateleiras pra serem consumidas. Pessoas, são gente de carne e osso e um amontoado de sentimentos, ora decifráveis; ora indecifráveis. A maturidade nos ensina, que pessoas são perenes!
Aos 35 anos, quase 36, nenhum dos motivos acima nos apetecem mais. Agora, nos apaixonamos pelo sorriso, pelo cheiro, pelo abraço, pela alma, pelo olhar, pela ausência, pela presença, pelo silêncio, pelo caráter, pelo carisma, pela garra, pelo entusiasmo, pela inteligência, pela respiração do outro, pelos batimentos cardíacos...enfim, pela fé na vida, no homem e em Deus! Nos apaixonamos por gente como a gente!
Lilian Flores
www.contoscontidos.blogspot.com.br
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
A CLASSE DOS PROFESSORES SEM CLASSE!
Somos a Classe do Magistério, prazer! E eu sou uma professora sem Classe, Prazer! Confesso que queria ter Classe. Mas onde ela está? Foi para o ralo ou de lá nunca saiu? Não sei. Não saber é a liberdade que tenho para não entender a Classe que não tenho.
Enquanto, em pleno século XXI, existirem professores que acreditam, que deveríamos trabalhar por amor; que ensinar é sacerdócio; que tudo está bom e que se melhorar, estraga; continuaremos sendo uma Classe sem Classe.
É a mais pura verdade, que o amor é lindo e um dos sentimentos mais nobres do ser humano, mas há uma diferença em fazer com amor e fazer por amor. São preposições distintas e que mudam totalmente, o sentido das palavras.
Trabalhar sem amor, eu acho quase impossível, mas também não descarto a possibilidade que exista uma minoria que atue simplesmente pelo dinheiro; ou pelo “orgulho” de ser funcionário público; ou porque já se acostumou e como diz Marina Colasanti: “A gente se acostuma com tudo na vida e que tanto se acostumar se perde de si mesmo”.
E mesmo não sendo um salário justo, para quem não estudou, ou seja, ficou na cola dos outros na faculdade; para quem não leu os livros obrigatórios e muito menos os indicados por amigos, professores, palestrantes...; para aqueles que só fazem um curso de capacitação se for em horário de trabalho e gratuito; para aqueles que tanto faz se o aluno aprendeu ou não aprendeu; pra esses, acredito que o salário, é até muito!
Ser uma Classe é muito mais que um crachá; é muito mais que ter uma promoção e hoje estar Diretora, ou Auxiliar, ou Gerente de Ensino, ou Secretária da Educação, ou.. ou …
Ser uma Classe, é pensar no bem comum a todos; é pensar que hoje eu estou aqui, mas amanhã estarei ali; é saber que existe a lei do retorno, planto tempestades, logo colherei inundações; ser Classe, é ouvir o outro, não para tripudiar, mas para refletir e mudar os rumos da história; ser Classe é muito mais que pagar mensalidades no Sindicato e fazer passeatas; é muito mais que escrever crônicas no facebook, como estou fazendo agora; ser Classe é muito mais que escrever indiretas, ou diretas, ou recadinhos de desamor, alfinetando as Otoridades; ser Classe, é não compactuar com as injustiças, se colocando na pele do outro, que tem um direito que muitos não tem; ou vice e versa. Enfim, ser Classe, é diferente de estar na Classe à toa, vendo a banda passar!
Daqui a pouco, publicarei a crônica e não tenho e nunca tive pretensões de ser ovacionada pelo poder, porque ele não me seduz. Porque uma vez seduzido...Shazammmm!!!! Quem leu Foucault e os quadrinhos do Capitão Marvel, vai me entender. Escrevo para a Classe e como Classe. Escrevo pela simples necessidade de escrever. Escrevo porque os assuntos transbordam meus pensamentos, me provocando uma ligeira coceira em meus dedos. Escrevo, porque escrevendo, reflito comigo, contigo e convosco, não exatamente na mesma ordem.
O que me intriga, é ver uma Classe que não lê, ou lê e não entende o que as entrelinhas do discurso estão dizendo. Ou melhor, lê e como a carapuça cai como uma luva, acha melhor não curtir e muito menos comentar, para não se comprometer com a Classe. Tem aqueles também que não se manifestam como Classe, por medo, por sentimento de culpa, por inveja... E há de não se esquecer, dos egocêntricos, que acham que a crônica tem endereço único: cheque ao portador! Ah, me poupe!! Ela nasceu em mim, dentro de mim, claro que, antes de ser a remetente, sou a primeira destinatária, com muito prazer, da Classe que não tenho!
Lilian Flores
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sábado, 24 de janeiro de 2015
O ENCONTRO
Depois daquele primeiro encontro, cada um seguiu seu caminho. Ela voltara pra casa feliz, porque havia decifrado sua alma. E ele seguira viagem, pensativo e confuso ao mesmo tempo. Ambos estavam acompanhados, mas em plena solidão interior.
O que mais o intrigava, era não saber quase nada sobre aquela mulher desconhecida. O que sabia, era o que sentia por ela e que não sabia explicar em palavras. Apenas sentia... Apesar dos desencontros da vida, eles acreditavam que se entendiam no silêncio, nos sussurros, nos suspiros, nas meias palavras que nunca disseram; entre um olhar e outro. Entre uma música e outra. Entre um filme e outro...entre, entre, entre tantas coisas que não viveram. Apenas desejam...
Ela não sabia o que fazer e nem como fazer para se declarar aquele homem. E também não sabia explicar em palavras o que sentia, pois sempre preferira o silêncio. Talvez em gestos se saísse bem, mas não queria se arriscar. Talvez tentasse se declarar através de histórias, como fizera Sherazade, que depois de mil e uma noites narrando histórias ao rei, finalmente conquistou seu coração. Mas não possuía tamanha criatividade, muito menos tempo, ou talvez, tivesse medo de ousar. Medo de não saber se o hipnotizaria com suas declamações, como a rainha fez com o rei. Talvez tivesse medo de pisar em areia movediça.
Decidiu que seria melhor calar-se pra sempre! Quem sabe na mudez das palavras não ditas, estaria dizendo o indizível. Não sabia, mas era a melhor forma de arriscar-se. O silêncio cala os corações, aquieta os anseios e afugenta o desnecessário. Mas ele lhe era necessário. O que fazer então? Não sabia. E não saber a libertava pra não entender. Não ter as respostas, era sua forma de continuar esperando o dia seguinte. Mas quantos dias seguintes ainda existiriam? O tempo urge...
O que dizer a um homem quase mudo e quase cego? Mil e uma histórias ou o silêncio? Sempre acreditava no silêncio como melhor alternativa. Principalmente, no silêncio que existia em seu quarto.
E o encontro? Nunca teve outro. Se falavam à distância, em raríssimas oportunidades das madrugadas de insônia. Um mal que acometia aos dois. Mas se tivesse, ela queria que fosse num lugar assim: um banco, um lago e uma árvore feita em flores.
Lilian Flores
O que mais o intrigava, era não saber quase nada sobre aquela mulher desconhecida. O que sabia, era o que sentia por ela e que não sabia explicar em palavras. Apenas sentia... Apesar dos desencontros da vida, eles acreditavam que se entendiam no silêncio, nos sussurros, nos suspiros, nas meias palavras que nunca disseram; entre um olhar e outro. Entre uma música e outra. Entre um filme e outro...entre, entre, entre tantas coisas que não viveram. Apenas desejam...
Ela não sabia o que fazer e nem como fazer para se declarar aquele homem. E também não sabia explicar em palavras o que sentia, pois sempre preferira o silêncio. Talvez em gestos se saísse bem, mas não queria se arriscar. Talvez tentasse se declarar através de histórias, como fizera Sherazade, que depois de mil e uma noites narrando histórias ao rei, finalmente conquistou seu coração. Mas não possuía tamanha criatividade, muito menos tempo, ou talvez, tivesse medo de ousar. Medo de não saber se o hipnotizaria com suas declamações, como a rainha fez com o rei. Talvez tivesse medo de pisar em areia movediça.
Decidiu que seria melhor calar-se pra sempre! Quem sabe na mudez das palavras não ditas, estaria dizendo o indizível. Não sabia, mas era a melhor forma de arriscar-se. O silêncio cala os corações, aquieta os anseios e afugenta o desnecessário. Mas ele lhe era necessário. O que fazer então? Não sabia. E não saber a libertava pra não entender. Não ter as respostas, era sua forma de continuar esperando o dia seguinte. Mas quantos dias seguintes ainda existiriam? O tempo urge...
O que dizer a um homem quase mudo e quase cego? Mil e uma histórias ou o silêncio? Sempre acreditava no silêncio como melhor alternativa. Principalmente, no silêncio que existia em seu quarto.
E o encontro? Nunca teve outro. Se falavam à distância, em raríssimas oportunidades das madrugadas de insônia. Um mal que acometia aos dois. Mas se tivesse, ela queria que fosse num lugar assim: um banco, um lago e uma árvore feita em flores.
Lilian Flores
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
O DIA QUE SE CONHECERAM
O DIA QUE SE CONHECERAM...
Ela não esperava a visita repentina daquele homem, mas ficou feliz mesmo assim. Apesar de nunca terem se visto pessoalmente, ela tinha uma certeza desconcertante de que ele não era um desconhecido.
Mas o que ele sabia sobre essa desconhecida? O nome!
...
Ela não gostava de fotografias. Pra ela, a imagem é a distorção da alma, uma vã idolatria.
Já ele gostava de fotos. Até as colecionava.
Em meio aquela multidão, ele a procurava sem cessar. Procurava, porque nasceu para isso. Procurar lhe causava adrenalina. Procurar era como se tivesse escalando um penhasco ou correndo uma maratona. Procurar era seu lema. Às vezes, ele achava que havia encontrado e então sucumbia à felicidade. Mas de repente, percebia que não havia achado nada. Vazio. Continuava procurando insistentemente, porque procurar era uma forma de encontrar o que é invisível a olhos nus. Lia, ouvia e no silêncio apareciam algumas respostas, sempre.
Mesmo estando acompanhado de sua amiga, ou confidente, ou namorada... ele a procurava. Tinha uma absoluta certeza que aquela que estava ali, sentada ao seu lado esquerdo, é que era uma estranha. Apesar de saber quase tudo sobre ela, percebia que nada sabia. E ela, muito menos. Seu único desejo era apenas ter alguém. Isso era a plena felicidade! Mas ele queria mais, muito mais que a felicidade. Alguém ao lado era muito pouco...
Até que, no atraso das horas, ela apareceu. Ele ainda não havia lhe visto, mas sentia sua presença. Queria mexer o pescoço ou esticar os olhos para confirmar o que estava sentindo, mas não podia. Só tinha a certeza que ela acabara de chegar.
De repente, num piscar de olhos estavam frente a frente. O que dizer a uma mulher escandalosamente inquieta? Não sabia. O silêncio sempre era a melhor resposta. Mas lhe era proibido ficar mudo. Precisava dizer algo, mas não sabia como começar. Resolveu então, falar de tudo: ética, moral, fé, política, filosofia e de Deus...falou só o necessário para aquele primeiro encontro não programado.
Abraçaram - se três vezes e se despediram sorrindo daquela noite quase fria. Ele foi embora com aquela sensação de que, ela havia lido sua alma.
Lilian Flores
Ela não esperava a visita repentina daquele homem, mas ficou feliz mesmo assim. Apesar de nunca terem se visto pessoalmente, ela tinha uma certeza desconcertante de que ele não era um desconhecido.
Mas o que ele sabia sobre essa desconhecida? O nome!
...
Ela não gostava de fotografias. Pra ela, a imagem é a distorção da alma, uma vã idolatria.
Já ele gostava de fotos. Até as colecionava.
Em meio aquela multidão, ele a procurava sem cessar. Procurava, porque nasceu para isso. Procurar lhe causava adrenalina. Procurar era como se tivesse escalando um penhasco ou correndo uma maratona. Procurar era seu lema. Às vezes, ele achava que havia encontrado e então sucumbia à felicidade. Mas de repente, percebia que não havia achado nada. Vazio. Continuava procurando insistentemente, porque procurar era uma forma de encontrar o que é invisível a olhos nus. Lia, ouvia e no silêncio apareciam algumas respostas, sempre.
Mesmo estando acompanhado de sua amiga, ou confidente, ou namorada... ele a procurava. Tinha uma absoluta certeza que aquela que estava ali, sentada ao seu lado esquerdo, é que era uma estranha. Apesar de saber quase tudo sobre ela, percebia que nada sabia. E ela, muito menos. Seu único desejo era apenas ter alguém. Isso era a plena felicidade! Mas ele queria mais, muito mais que a felicidade. Alguém ao lado era muito pouco...
Até que, no atraso das horas, ela apareceu. Ele ainda não havia lhe visto, mas sentia sua presença. Queria mexer o pescoço ou esticar os olhos para confirmar o que estava sentindo, mas não podia. Só tinha a certeza que ela acabara de chegar.
De repente, num piscar de olhos estavam frente a frente. O que dizer a uma mulher escandalosamente inquieta? Não sabia. O silêncio sempre era a melhor resposta. Mas lhe era proibido ficar mudo. Precisava dizer algo, mas não sabia como começar. Resolveu então, falar de tudo: ética, moral, fé, política, filosofia e de Deus...falou só o necessário para aquele primeiro encontro não programado.
Abraçaram - se três vezes e se despediram sorrindo daquela noite quase fria. Ele foi embora com aquela sensação de que, ela havia lido sua alma.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014
APROVAR OU REPROVAR? Eis a questão...
Antes de me queimarem em praça pública, preciso gritar aos 4 cantos que sou contra a REPROVAÇÃO. Principalmente, a reprovação pela reprovação. Aquela que alguns professores sentem o prazer de fazer, simplesmente para vanglória ou como punição.
Mas antes de riscarem o fósforo, preciso confessar meus pecados pedagógicos... não todos, claro, porque senão, o ass...unto em questão acabaria por aqui. Mas, dentre todos, necessito dizer que também já fui assim, em meu passado não muito distante! E posso afirmar por inexperiência própria, que os meus motivos eram apenas triviais. Ou seja, pelo simples prazer de estar no ranking dos professores que mais reprovavam. PARA QUÊ? Só para desejar ser a prof.ª malvada, por necessidade de autoafirmação, por birra, porque havia me "contaminado" com o mau-humor dos professores considerados elite branca!
É que a gente sai da faculdade com aquele vontade imensa de mudar o mundo, mas de repente você vem para o mundo real e percebe que as pessoas que estão ali, não querem mudar nada. Que o melhor é ficar reclamando pelos corredores, ou ao pé do ouvido para ninguém escutar, mas todo mundo ficar sabendo -, o chamado telefone sem fio! Quem atende? Sinal de ocupado, porque todos estão na linha!
Sabe por que sou contra a reprovação? Desde o dia que entrei na faculdade de Letras na Univille e inocentemente descobri, que eu não teria nunca mais na vida, aulas de matemática!!!! Porque na minha cabecinha de adolescente, eu teria todas as matérias que tinha no Ensino Médio. Quando a primeira semana se passou e recebi os horários das aulas e disciplinas e testifiquei que não veria mais números na minha frente (exceto a classe gramatical numerais, rsrsrs), eu me senti como uma criança, que acha um pote de doces escondido no armário.
E aqui estou eu, sobrevivendo há 10 anos sem matemática, física e química, que sempre foram as pedrinhas em minha conga azul marinho. Ninguém é bom em tudo. Não seremos nunca aprovado em tudo, mesmo sendo bons naquilo que fazemos.
Eu gosto de escrever. Escrever é minha transgressão maior. É a minha liberdade sucumbida nos gritos, sussurros e silêncios das minhas palavras. Mas há textos que não são aprovados pela maioria e há aqueles, que são reprovados pela minoria. E vice-versa!
Enfim, mas quando falo de Educação, não tem como eu não me remeter ao Claurinice Vieira Caldeira, porque foi lá que tudo começou. Lá foi minha base. Se escrevo sem medo e totalmente livre de mim mesma, é graças a esse passado bem passado. Lembro-me da minha primeira e última nota baixa, que foi na 2ª série do primário; um 4 em matemática com a prof.ª Ângela Lazalla, um doce de professora. A ela devo também a minha letra bonita, que me fazia escrever em seus cadernos de caligrafia. Obrigada, tia Ângela! Era assim que a chamávamos! Por causa desse 4, apanhei uma surra inesquecível! Obrigada, pai! Essa surra veio no momento certo!
Hoje o aluno tira nota 4, além de rir, amassa e joga no lixo. Mando-lhe no mesmo momento, busca-la no lixo e trazê-la assinada pelo responsável. Depois de 3 a 4 dias aparece a prova assassinada. Após uns burburinhos da turma, mais risinhos, conclui-se que a assinatura é falsa! Chama-se a mãe e a mesma promete uma lista de punições: sem celular, sem vídeo game, sem futebol, sem ajuntamento, sem ..., sem... Uma semana depois? (risos)
Como diziam os antigos: "tem gente que não vai e não se ajuda!"
No frigir dos ovos, a culpa é sempre do professor! Primeiro, somos pagos para ensinar. Fato! Mas se o aluno não aprendeu, ou seja, REPROVOU, a culpa é de quem ensina ou de quem não aprendeu? Ou melhor, ou pior, de quem não quis aprender? Mas não quis aprender por quê? Desmotivação é a bola da vez! Desmotivado por que a aula não é show? Desmotivado por que o/a professor(a) não é show? Desmotivado por que tudo é desmotivador(a)? Mas o que é uma aula show? O que é ser desmotivador?
Eu não sei... e não saber me liberta para poder escrever. Não saber das coisas é meu pecado. Não ter as respostas, é provar do mel que escorre das palavras.
Lilian Flores
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Leo versus Narciso
Hoje faleceu meu aluno, Leonardo, que era carinhosamente chamado pelos colegas de sala e professores, de Leo.
Estou triste com meus olhos e coração em lágrimas ao lembrar de todos os momentos que passamos juntos como turma, em sala de aula, mas também pelo aluno que era nos corredores, sozinho, ou na quadra ou sentado no banco ao lado da sala dos professores.
Quando eu saía, ele vinha buscar minha bolsa e meu material pra levar até a sala de aula. E assim, íamos conversando até 7º I. Quando terminava a aula, era o primeiro a se levantar para levar meu material até a próxima turma. Um companheiro que fará muita falta...
Leo era também muito amoroso, na fila, lá vinha ele nos abraçar com seu bom dia! Sempre feliz!
Leo não era perfeito em suas faculdades mentais, mas eu pergunto: quem é perfeito? Pra mim, só Jesus foi, é e sempre será!!! Nós somos pó e ao pó voltaremos.
Teoricamente eu fui sua professora de língua portuguesa, mas Leo na prática é que foi nosso professor. Mesmo não dominando essa língua enrolada de Camões, ele se comunicava perfeitamente. Ele nos ensinou que ajudar o próximo faz bem pra alma; que abraçar é bom, alivia a saudade; que sorrir mesmo tendo mil motivos para chorar, disfarça as dores; que pedir desculpas é assumirmos que erramos com toda a humildade. Aliás, Leo pedia desculpas, sem nem ter errado, ele pedia por costume, por necessidade de ser aceito.
Pra mim você sempre será o anti-Narciso que interpretasse tão bem, em seus gestos comedidos, em nossa peça de teatro, Contos Contidos de Maria Lúcia Simões.
Obrigada Leo pelos seus abraços, por ter feito parte da minha vida. Você deixará saudades. A minha única alegria nesse momento de dor, é saber que você está em um lugar muitoooooo melhor.
Profª Lilian Flores
Lilian
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Leo versus Narciso
Hoje faleceu meu aluno, Leonardo, que era carinhosamente chamado pelos colegas de sala e professores, de Leo.
Estou triste com meus olhos e coração em lágrimas ao lembrar de todos os momentos que passamos juntos como turma, em sala de aula, mas também pelo aluno que era nos corredores, sozinho, ou na quadra ou sentado no banco ao lado da sala dos professores.
Quando eu saía, ele vinha buscar minha bolsa e meu material pra levar até a sala de aula. E assim, íamos conversando até 7º I. Quando terminava a aula, era o primeiro a se levantar para levar meu material até a próxima turma. Um companheiro que fará muita falta...
Leo era também muito amoroso, na fila, lá vinha ele nos abraçar com seu bom dia! Sempre feliz!
Leo não era perfeito em suas faculdades mentais, mas eu pergunto: quem é perfeito? Pra mim, só Jesus foi, é e sempre será!!! Nós somos pó e ao pó voltaremos.
Teoricamente eu fui sua professora de língua portuguesa, mas Leo na prática é que foi nosso professor. Mesmo não dominando essa língua enrolada de Camões, ele se comunicava perfeitamente. Ele nos ensinou que ajudar o próximo faz bem pra alma; que abraçar é bom, alivia a saudade; que sorrir mesmo tendo mil motivos para chorar, disfarça as dores; que pedir desculpas é assumirmos que erramos com toda a humildade. Aliás, Leo pedia desculpas, sem nem ter errado, ele pedia por costume, por necessidade de ser aceito.
Pra mim você sempre será o anti-Narciso que interpretasse tão bem, em seus gestos comedidos, em nossa peça de teatro, Contos Contidos de Maria Lúcia Simões.
Obrigada Leo pelos seus abraços, por ter feito parte da minha vida. Você deixará saudades. A minha única alegria nesse momento de dor, é saber que você está em um lugar muitoooooo melhor.
Lilian Flores
Estou triste com meus olhos e coração em lágrimas ao lembrar de todos os momentos que passamos juntos como turma, em sala de aula, mas também pelo aluno que era nos corredores, sozinho, ou na quadra ou sentado no banco ao lado da sala dos professores.
Quando eu saía, ele vinha buscar minha bolsa e meu material pra levar até a sala de aula. E assim, íamos conversando até 7º I. Quando terminava a aula, era o primeiro a se levantar para levar meu material até a próxima turma. Um companheiro que fará muita falta...
Leo era também muito amoroso, na fila, lá vinha ele nos abraçar com seu bom dia! Sempre feliz!
Leo não era perfeito em suas faculdades mentais, mas eu pergunto: quem é perfeito? Pra mim, só Jesus foi, é e sempre será!!! Nós somos pó e ao pó voltaremos.
Teoricamente eu fui sua professora de língua portuguesa, mas Leo na prática é que foi nosso professor. Mesmo não dominando essa língua enrolada de Camões, ele se comunicava perfeitamente. Ele nos ensinou que ajudar o próximo faz bem pra alma; que abraçar é bom, alivia a saudade; que sorrir mesmo tendo mil motivos para chorar, disfarça as dores; que pedir desculpas é assumirmos que erramos com toda a humildade. Aliás, Leo pedia desculpas, sem nem ter errado, ele pedia por costume, por necessidade de ser aceito.
Pra mim você sempre será o anti-Narciso que interpretasse tão bem, em seus gestos comedidos, em nossa peça de teatro, Contos Contidos de Maria Lúcia Simões.
Obrigada Leo pelos seus abraços, por ter feito parte da minha vida. Você deixará saudades. A minha única alegria nesse momento de dor, é saber que você está em um lugar muitoooooo melhor.
Lilian Flores
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
SALTO ALTO E CINTA-LIGA
Sei que não sou a filha perfeita, a mãe perfeita, a mulher perfeita, a amiga perfeita, a cristã perfeita e nem tão pouco, a professora perfeita...ufa! Tenho zzzilhões de defeitos, mas tenho certeza também, que minhas qualidades ficam bem além deles.
O que me irrita na IDUCAÇÃO, não são os ficam de braços cruzados vendo a banda passar; nem os que fingem que não estão com os braços cruzados... Mas são àqueles que além de não fazerem nada por nada e por ninguém, ainda denigrem o trabalho alheio e da pior maneira possível, pelas costas. Só faço um desafio para aquele que fizer o que eu faço em sala de aula e nos projetos paralelos que coordeno (leitura, teatro e patrimônio), que faça o que eu faço, de SALTO ALTO E CINTA-LIGA, porque daí sim, tiro o meu chapéu!!!!
Por que tiro o meu chapéu? Simplesmente porque confesso que não consigo usar salto alto com a facilidade que algumas almas por aí conseguem. Como a maravilhosa, e poderosa, e chiquetosa minha amiga Elaine Cristina. E detalhe, ela não anda de salto, ela desfila, na maior perfeição!
Sou adepta das rasteirinhas, sapatilhas, plataformas (que quase não se usam mais), chinelos, tênis, pés descalços na areia, na grama, na madeira, no piso... Salto alto é só para grandes eventos, que quase nunca surgem, pra minha alegria!
E cá entre nós, cinta-liga é algo nada confortável também. Pra mim, ambos são enfeites desnecessários para o dia-a-dia. Perdem a graça e a beleza da surpresa, quando usados todos os dias e noites. Eu curto aquele olé que a galera da escola faz na sala dos professores, quando a prof.ª de Ed. Física (Jennifer, Sandra, Dalva) não veem de tênis em um dia de reunião etc... É mais ou menos esse efeito surpresa que estou falando. Capisco?
Caracas véio! Eu ralo pra dedéu. Minhas aulas atividades, são preenchidas em auditório, ensaiando peça teatral, ou cuidando da praça de leitura (catando tiririca, plantando, colhendo, selecionando livros, pintando pneus...) ou levando meus alunos para dar uma aula de patrimônio cultural no Museu do Mar, entre as atribuições paroquiais de corrigir, planejar, etc...
E aí vem certas JENTINHAS menosprezar e desmerecer o seu trabalho, dando de ombros, ou nem aí. E ainda tem aqueles que querem a cópia dos nossos projetos. Dizem que é para arquivo, será?
Aliás, será que o fazer educação é apenas para bonito? Para arquivo morto? Porque cá entre nós, em matéria de discurso tá cheio de gente dando palpites, opinando, sugerindo...mas meter a mão-na-massa...
Lilian Flores
O que me irrita na IDUCAÇÃO, não são os ficam de braços cruzados vendo a banda passar; nem os que fingem que não estão com os braços cruzados... Mas são àqueles que além de não fazerem nada por nada e por ninguém, ainda denigrem o trabalho alheio e da pior maneira possível, pelas costas. Só faço um desafio para aquele que fizer o que eu faço em sala de aula e nos projetos paralelos que coordeno (leitura, teatro e patrimônio), que faça o que eu faço, de SALTO ALTO E CINTA-LIGA, porque daí sim, tiro o meu chapéu!!!!
Por que tiro o meu chapéu? Simplesmente porque confesso que não consigo usar salto alto com a facilidade que algumas almas por aí conseguem. Como a maravilhosa, e poderosa, e chiquetosa minha amiga Elaine Cristina. E detalhe, ela não anda de salto, ela desfila, na maior perfeição!
Sou adepta das rasteirinhas, sapatilhas, plataformas (que quase não se usam mais), chinelos, tênis, pés descalços na areia, na grama, na madeira, no piso... Salto alto é só para grandes eventos, que quase nunca surgem, pra minha alegria!
E cá entre nós, cinta-liga é algo nada confortável também. Pra mim, ambos são enfeites desnecessários para o dia-a-dia. Perdem a graça e a beleza da surpresa, quando usados todos os dias e noites. Eu curto aquele olé que a galera da escola faz na sala dos professores, quando a prof.ª de Ed. Física (Jennifer, Sandra, Dalva) não veem de tênis em um dia de reunião etc... É mais ou menos esse efeito surpresa que estou falando. Capisco?
Caracas véio! Eu ralo pra dedéu. Minhas aulas atividades, são preenchidas em auditório, ensaiando peça teatral, ou cuidando da praça de leitura (catando tiririca, plantando, colhendo, selecionando livros, pintando pneus...) ou levando meus alunos para dar uma aula de patrimônio cultural no Museu do Mar, entre as atribuições paroquiais de corrigir, planejar, etc...
E aí vem certas JENTINHAS menosprezar e desmerecer o seu trabalho, dando de ombros, ou nem aí. E ainda tem aqueles que querem a cópia dos nossos projetos. Dizem que é para arquivo, será?
Aliás, será que o fazer educação é apenas para bonito? Para arquivo morto? Porque cá entre nós, em matéria de discurso tá cheio de gente dando palpites, opinando, sugerindo...mas meter a mão-na-massa...
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Conjecturas Políticas
A grande pergunta que não quer calar: quem será que será? Reina o silêncio dos inocentes! Hahaha E como eu não sou inocente, faço aqui minhas conjecturas:
SECRETARIA DOS ESPORTES: como disse na última crônica, que nem sabia o nome do atual secretário e acredite, continuo sem saber. Porém, entretanto, todavia, fiquei sabendo que o atual secretário seria o Sem Limites, Raulino Nickel! Achei uma boa pedida, visto que ele sempre teve sua visão voltada pro Esportes, patrocinou muita gente em eras de escassas empresas em São Chico City, foi o percursor com academia, e é um gestor nato. Só queremos que as academias de ruas, ou "Estica Velho" sejam multiplicadas e conservadas. Sucesso garantido se for ele!!!
SECRETARIA DA AGRICULTURA E PESCA: Sei que é lindo e romântico colocar um pescador ou agricultor, mas já fizeram isso no passado e não funcionou. Ouvi alguns nomes, mas confesso que o nome que mais me chamou a atenção foi o PC. O Cia Paulo Cezar Ramos, pode ser que não seja o mais entendido, mas já trabalhei com ele e o que põe a mão, acontece! Trabalhamos como professores na extinta Casa Familiar do Mar, onde ele deu o sangue pra colocá-la funcionar. Infelizmente, algumas pessoas fizeram de tudo pra que ela não existisse mais, e conseguiram! Lembro do PC na coordenação do Mais Educação, havia aulas de dança, esportes, teatro, etc... Enfim, muita gente não gosta dele, fazem caras e bocas, mas deviam trabalhar ao seu lado por um mês e tenho certeza que mudariam de opinião. Ou iriam odiar, porque ele não deixa ninguém parado, ou iriam amar, porque o que ele tem pra dizer, não manda recado. Eu só sei de uma coisa: ele vai fazer acontecer!!!
SECRETARIA DO BEM ESTAR: Essa é a Secretaria caça-voto. O objetivo é promover o Bem Estar Social a quem precisa. Logo o necessitado, o carente, o marginalizado, o pobre coitado... aquele que sobrevive com 1 salário mínimo. Mas eu não vim aqui pra falar da MISSÃO da Secretaria, vim pra dar meu palpite. Dos nomes que ouvi, me simpatizei com Prof° Joelson Dos Passos. Ele saiu de sala de aula desde que entrou na greve reivindicando melhores salários e acho que nunca mais voltou. Mas eu tive a honra de ter sido sua aluna. Foi meu professor de Português na 6ª série e ele foi uma das minhas fontes de inspiração pra seguir essa carreira. Enfim, mas um professor no Bem Estar? Mas o Joelson é um dos caras que mais entende de leis, não sendo advogado. Já passou por todas as áreas dentro da própria secretaria do Bem Estar. Lembro também quando trabalhou no CMDCA. Um critério tem que se levar em conta: essa secretaria você atende a classe D, E, F... Portanto, tem que gostar de pobre e principalmente, ter compaixão. Se colocar no lugar de sofrimento do outro. Se pastor Jorge tivesse vivo, eu diria que ele seria a pessoa ideal. Porque cá entre nós, tá pra nascer alguém que goste tanto dos humildes, dos necessitados, dos que vivem à margem da sociedade como o falecido pastor Jorge. #FicaADica: há igrejas sérias, pastores e padres bem intencionados, que fazem um trabalho social anonimamente pelos cantos da cidade. Seja quem for que assumir, é preciso se articular com a sociedade civil organizada (Ong's, Associações, APP's etc) Estar aberto a aprender e ensinar! Um professor tem essas habilidades!
SECRETARIA DA CULTURA: Não vou ser prolixa e me repetir. Pra mim, não há ninguém do gabarito dele na nossa região e nem no nosso Estado com a visão de gestão de cultura, fomentação de produtos culturais, de preservação de patrimônio, de estética artística... como o atual secretário da cultura, Daia Carvalho Cultura. Aqui vale aquela frase: EM TIME QUE SE ESTÁ GANHANDO, NÃO SE MEXE! E detalhe, ouvi alguns nomes que não vou nem citar e muito menos gastar meu latim. #Ficadica: pra quem foi ou deseja uma secretaria, não basta apenas entender da coisa, é preciso se cercar de gente que vai te ajudar "a fazer acontecer"! #ColaNeleQueÉSucesso
SECRETARIA DA SAÚDE: Essa é certamente a Secretaria que mais traz dinheiro para o município, porém é a Secretaria que mais tira o sono de um prefeito, acredito eu! E vamos combinar, apesar de termos um hospital TOP com uma ótima estrutura, no entanto, cadê os especialistas? Especialista que lê e interpreta exames, não é suficiente. A cidade precisa de cirurgião. O Hospital tem estrutura física, mas o povo precisa esperar 2, 3, 4, 5 anos por uma cirurgia simples. Será que o atual prefeito, assim como seu antecessor, colocará o vice como secretário da saúde? Tudo pode acontecer! Não seria nada mal, até porque dr. Walmor é médico e ninguém poderia atirar pedras. Pois, entender de saúde e saúde pública, ele entende! Porém, acho que o Secretário da Saúde tem que ser um cara que sabe lidar com a "máfia da saúde" . Cá entre nós, pra lidar com essa galera, tem que ter uma filosofia de vida na veia: "Uma mão lava a outra". Uma boa pedida pra essa Secretaria, é o Raul Francisco Macedo ou Chico Macedo como é conhecido. Ele tem a lábia, a manha de lidar com a turma da base, além de anos de saúde. #FicaADica: o erro que não se pode repetir, é esquecer dos postos de saúde. 80% dos votos contras, foi a rejeição do povo carente que depende dos remédios que não se encontra nos postos de saúde. Há meses dentistas não atendem porque não tem luva entre outros... Meu pai faz curativos todos os dias e ele compra quando está em falta, seu kit sobrevivência (gazes, pomada, soro, sabonete líquido, etc) porque o posto só ofereceu a mão de obra, em boa parte desse ano eleitoral. Diga-se de passagem, que são especialistas maravilhosas e ele só não fez denúncia no Ministério Público e não me deixou fazer, por causa das meninas, como ele chama, são competentes demais, boas demais, e estão na linha de frente da batalha. Elas que ouvem os desaforos e desabafos da população, quando deveria ser o Secretário e o prefeito. Hello! Atenção à saúde nos bairros! Remédio, cirurgias, médicos, enfermeiros... são primárias e não se pode deixar faltar, NUNCA! É preciso ter em estoque. Com saúde não se brinca, porque é vida ou morte!
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO: Ou a cereja do bolo! A secretaria que mais traz dindin para os cofres públicos e é ela a responsável também pelas mazelas da sociedade. 😱 Todo mundo ama falar de educação, dizer o que se deve fazer e como se deve fazer Educação. A fórmula tá na boca do lixeiro ao empresário. Mas, assumir que Educação começa em casa, no berço... Essa frase não se usa mais! Hoje, a moda é a educação compartilhada: o pai fica um sábado com filho e surta; a vó moderna passa o fim de semana, cresceu 2cm os cabelos brancos; a mãe fica só a noite ( porque a maioria das crianças passam o dia na escola ou creche) e resolve tomar Lexotan, porque se estressou e todos chegam na porta da sala do professor e dizem: eu não sei mais o que fazer, não dou conta! E aí produção? Esse é o grande desafio do novo ou da nova secretária da Educação: tentar aliviar a culpa que a sociedade impõe sobre nós! Mas isso é utopia! Também acho! Viva às utopias! Nós professores não queremos apenas melhores condições de trabalho (ar condicionado, vidro nas janelas, livros, biblioteca, internet, etc), melhores salários, plano de carreira... isso é bom, mas não é suficiente! O professor precisa de também de elogio, reconhecimento, um obrigado, etc... Chega de discursos lindos e pomposos. Precisamos de injeção de ânimo no dia-a-dia! Pra algumas pessoas elogiar o outro, é dar moral, é tirar de si o brilho, é reconhecer que tem gente melhor que vc, como? Não pode! Eu sou o cara! Enfim, ser secretário da educação, tem que ter a capacidade de lidar com bipolares, TOCmaníacos, entre outros distúrbios comportamentais. Porque estamos adoecendo cada dia mais e demoramos muito pra perceber quando estamos realmente doentes. Geralmente, só se descobre num surto psicótico.
Mas a pergunta que não quer calar: quem será? Tchan- tchan-tchan!!!! Ouvi vários nomes que me causaram náuseas, mas gostei da pedida do Prof Marcos Jeronimo de Araujo, profº. de História do Santa. Trabalhamos juntos por dois ou três anos, quando ele fazia mestrado, há 12 anos atrás mais ou menos. É um professor diplomático, foi diretor, enfim tem competência de sobra e uma visão realista e não sonhadora, de que iremos salvar o mundo! Outro nome que me apetece, é o da Clarice Portella. Muita gente torce o nariz, porque assim como o PC e a atual Secretária Mara, ou a amam ou a odeiam. Clarice é articulada politicamente, tem visão gerencial, pois já ocupou a gerência de Educação do Estado. Enfim, sabe fazer acontecer e sabe onde está a fonte. Ela é do tipo, que não vai ao padre, procura direto o Papa!
Também soube que Mara podia continuar. Não seria nada mal, fez a diferença. (Maior quadro de efetivos que contratados, sempre foi o contrário, lotação, orientadoras e supervisoras nas escolas, cargo quase extinto antigamente, diretriz, etc). Mas confesso, que é uma das secretarias que mais desgasta a imagem de uma persona. E num empate técnico com a Saúde, é o cargo mais desgastante! Mesmo tendo tido grandes avanços, a única coisa que sabem dizer: quase não tem aula, ( feriados, ponto facultativo e reuniões pedagógicas) e claro, a falta dos professores. É pra acaba! Enfim, acredito que nem ela queira mais estresse e nem a turma do contra. Aquelas pessoas que elogiam na frente e resmungam por trás. Uma coisa é certa, se dentro de um ano o novo ou nova Secretária de Educação não der conta do recado, como aconteceu no primeiro ano de gestão do antecessor, chame a Mara Lúcia Moreira Jasper, porque em um ano, ela já conseguiu descansar e desestressar; e ela apagará o incêndio e manterá a casa sem fogo por mais 7 anos!!!!! Durma com esse barulho! #Adoro
#FicaADica: Pra Educação, tem que ser alguém que conheça o chão da sala de aula e que tenha educação acima de tudo. Fiquei sabendo de alguns nomes que me arrepiaram os cabelos. Gente intolerante, inflexível, ditadora, nariz em pé, fala sério... Que Deus nos livre de gente desequilibrada!!! #Socorro
SECRETARIA DE TRANSPORTES ou INFRAESTRUTURA: Alguém que saiba dirigir e que tenha carteira A pelo menos. Porque cá entre nós, o que são essas mil lombadas em ruas sem nenhum movimento na sempre pacata São Chico City. E o que é isso agora, esses semáforos em lugares mais pacatos ainda? Seria uma parceria com o crime organizado? E o tal trevo na gigante mesa de sinuca? Já visualizaram os turistas, na velocidade permitida 60km ou um pouco alegres, com as cervejas que tomaram e aí numa velocidade de 80km (Bem otimista) fazendo o zig-zag obrigatório desse trevo e se encontrando com uma das Scanias a 10km, que estarão tranquilamente fazendo contorno para entrar em um dos pátios dessa SC. Já imaginaram a situação ou precisa desenhar? No mínimo essas pessoas andam de bicicleta e fazem caminhadas, dirigir que bom, necas!
Lilian Flores
P.s.: Presente personalizado que ganhamos da nossa diretora no dia do funcionário público. Um mimo que faz a diferença! #IssoÉtambemFazerEducacao
SECRETARIA DOS ESPORTES: como disse na última crônica, que nem sabia o nome do atual secretário e acredite, continuo sem saber. Porém, entretanto, todavia, fiquei sabendo que o atual secretário seria o Sem Limites, Raulino Nickel! Achei uma boa pedida, visto que ele sempre teve sua visão voltada pro Esportes, patrocinou muita gente em eras de escassas empresas em São Chico City, foi o percursor com academia, e é um gestor nato. Só queremos que as academias de ruas, ou "Estica Velho" sejam multiplicadas e conservadas. Sucesso garantido se for ele!!!
SECRETARIA DA AGRICULTURA E PESCA: Sei que é lindo e romântico colocar um pescador ou agricultor, mas já fizeram isso no passado e não funcionou. Ouvi alguns nomes, mas confesso que o nome que mais me chamou a atenção foi o PC. O Cia Paulo Cezar Ramos, pode ser que não seja o mais entendido, mas já trabalhei com ele e o que põe a mão, acontece! Trabalhamos como professores na extinta Casa Familiar do Mar, onde ele deu o sangue pra colocá-la funcionar. Infelizmente, algumas pessoas fizeram de tudo pra que ela não existisse mais, e conseguiram! Lembro do PC na coordenação do Mais Educação, havia aulas de dança, esportes, teatro, etc... Enfim, muita gente não gosta dele, fazem caras e bocas, mas deviam trabalhar ao seu lado por um mês e tenho certeza que mudariam de opinião. Ou iriam odiar, porque ele não deixa ninguém parado, ou iriam amar, porque o que ele tem pra dizer, não manda recado. Eu só sei de uma coisa: ele vai fazer acontecer!!!
SECRETARIA DO BEM ESTAR: Essa é a Secretaria caça-voto. O objetivo é promover o Bem Estar Social a quem precisa. Logo o necessitado, o carente, o marginalizado, o pobre coitado... aquele que sobrevive com 1 salário mínimo. Mas eu não vim aqui pra falar da MISSÃO da Secretaria, vim pra dar meu palpite. Dos nomes que ouvi, me simpatizei com Prof° Joelson Dos Passos. Ele saiu de sala de aula desde que entrou na greve reivindicando melhores salários e acho que nunca mais voltou. Mas eu tive a honra de ter sido sua aluna. Foi meu professor de Português na 6ª série e ele foi uma das minhas fontes de inspiração pra seguir essa carreira. Enfim, mas um professor no Bem Estar? Mas o Joelson é um dos caras que mais entende de leis, não sendo advogado. Já passou por todas as áreas dentro da própria secretaria do Bem Estar. Lembro também quando trabalhou no CMDCA. Um critério tem que se levar em conta: essa secretaria você atende a classe D, E, F... Portanto, tem que gostar de pobre e principalmente, ter compaixão. Se colocar no lugar de sofrimento do outro. Se pastor Jorge tivesse vivo, eu diria que ele seria a pessoa ideal. Porque cá entre nós, tá pra nascer alguém que goste tanto dos humildes, dos necessitados, dos que vivem à margem da sociedade como o falecido pastor Jorge. #FicaADica: há igrejas sérias, pastores e padres bem intencionados, que fazem um trabalho social anonimamente pelos cantos da cidade. Seja quem for que assumir, é preciso se articular com a sociedade civil organizada (Ong's, Associações, APP's etc) Estar aberto a aprender e ensinar! Um professor tem essas habilidades!
SECRETARIA DA CULTURA: Não vou ser prolixa e me repetir. Pra mim, não há ninguém do gabarito dele na nossa região e nem no nosso Estado com a visão de gestão de cultura, fomentação de produtos culturais, de preservação de patrimônio, de estética artística... como o atual secretário da cultura, Daia Carvalho Cultura. Aqui vale aquela frase: EM TIME QUE SE ESTÁ GANHANDO, NÃO SE MEXE! E detalhe, ouvi alguns nomes que não vou nem citar e muito menos gastar meu latim. #Ficadica: pra quem foi ou deseja uma secretaria, não basta apenas entender da coisa, é preciso se cercar de gente que vai te ajudar "a fazer acontecer"! #ColaNeleQueÉSucesso
SECRETARIA DA SAÚDE: Essa é certamente a Secretaria que mais traz dinheiro para o município, porém é a Secretaria que mais tira o sono de um prefeito, acredito eu! E vamos combinar, apesar de termos um hospital TOP com uma ótima estrutura, no entanto, cadê os especialistas? Especialista que lê e interpreta exames, não é suficiente. A cidade precisa de cirurgião. O Hospital tem estrutura física, mas o povo precisa esperar 2, 3, 4, 5 anos por uma cirurgia simples. Será que o atual prefeito, assim como seu antecessor, colocará o vice como secretário da saúde? Tudo pode acontecer! Não seria nada mal, até porque dr. Walmor é médico e ninguém poderia atirar pedras. Pois, entender de saúde e saúde pública, ele entende! Porém, acho que o Secretário da Saúde tem que ser um cara que sabe lidar com a "máfia da saúde" . Cá entre nós, pra lidar com essa galera, tem que ter uma filosofia de vida na veia: "Uma mão lava a outra". Uma boa pedida pra essa Secretaria, é o Raul Francisco Macedo ou Chico Macedo como é conhecido. Ele tem a lábia, a manha de lidar com a turma da base, além de anos de saúde. #FicaADica: o erro que não se pode repetir, é esquecer dos postos de saúde. 80% dos votos contras, foi a rejeição do povo carente que depende dos remédios que não se encontra nos postos de saúde. Há meses dentistas não atendem porque não tem luva entre outros... Meu pai faz curativos todos os dias e ele compra quando está em falta, seu kit sobrevivência (gazes, pomada, soro, sabonete líquido, etc) porque o posto só ofereceu a mão de obra, em boa parte desse ano eleitoral. Diga-se de passagem, que são especialistas maravilhosas e ele só não fez denúncia no Ministério Público e não me deixou fazer, por causa das meninas, como ele chama, são competentes demais, boas demais, e estão na linha de frente da batalha. Elas que ouvem os desaforos e desabafos da população, quando deveria ser o Secretário e o prefeito. Hello! Atenção à saúde nos bairros! Remédio, cirurgias, médicos, enfermeiros... são primárias e não se pode deixar faltar, NUNCA! É preciso ter em estoque. Com saúde não se brinca, porque é vida ou morte!
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO: Ou a cereja do bolo! A secretaria que mais traz dindin para os cofres públicos e é ela a responsável também pelas mazelas da sociedade. 😱 Todo mundo ama falar de educação, dizer o que se deve fazer e como se deve fazer Educação. A fórmula tá na boca do lixeiro ao empresário. Mas, assumir que Educação começa em casa, no berço... Essa frase não se usa mais! Hoje, a moda é a educação compartilhada: o pai fica um sábado com filho e surta; a vó moderna passa o fim de semana, cresceu 2cm os cabelos brancos; a mãe fica só a noite ( porque a maioria das crianças passam o dia na escola ou creche) e resolve tomar Lexotan, porque se estressou e todos chegam na porta da sala do professor e dizem: eu não sei mais o que fazer, não dou conta! E aí produção? Esse é o grande desafio do novo ou da nova secretária da Educação: tentar aliviar a culpa que a sociedade impõe sobre nós! Mas isso é utopia! Também acho! Viva às utopias! Nós professores não queremos apenas melhores condições de trabalho (ar condicionado, vidro nas janelas, livros, biblioteca, internet, etc), melhores salários, plano de carreira... isso é bom, mas não é suficiente! O professor precisa de também de elogio, reconhecimento, um obrigado, etc... Chega de discursos lindos e pomposos. Precisamos de injeção de ânimo no dia-a-dia! Pra algumas pessoas elogiar o outro, é dar moral, é tirar de si o brilho, é reconhecer que tem gente melhor que vc, como? Não pode! Eu sou o cara! Enfim, ser secretário da educação, tem que ter a capacidade de lidar com bipolares, TOCmaníacos, entre outros distúrbios comportamentais. Porque estamos adoecendo cada dia mais e demoramos muito pra perceber quando estamos realmente doentes. Geralmente, só se descobre num surto psicótico.
Mas a pergunta que não quer calar: quem será? Tchan- tchan-tchan!!!! Ouvi vários nomes que me causaram náuseas, mas gostei da pedida do Prof Marcos Jeronimo de Araujo, profº. de História do Santa. Trabalhamos juntos por dois ou três anos, quando ele fazia mestrado, há 12 anos atrás mais ou menos. É um professor diplomático, foi diretor, enfim tem competência de sobra e uma visão realista e não sonhadora, de que iremos salvar o mundo! Outro nome que me apetece, é o da Clarice Portella. Muita gente torce o nariz, porque assim como o PC e a atual Secretária Mara, ou a amam ou a odeiam. Clarice é articulada politicamente, tem visão gerencial, pois já ocupou a gerência de Educação do Estado. Enfim, sabe fazer acontecer e sabe onde está a fonte. Ela é do tipo, que não vai ao padre, procura direto o Papa!
Também soube que Mara podia continuar. Não seria nada mal, fez a diferença. (Maior quadro de efetivos que contratados, sempre foi o contrário, lotação, orientadoras e supervisoras nas escolas, cargo quase extinto antigamente, diretriz, etc). Mas confesso, que é uma das secretarias que mais desgasta a imagem de uma persona. E num empate técnico com a Saúde, é o cargo mais desgastante! Mesmo tendo tido grandes avanços, a única coisa que sabem dizer: quase não tem aula, ( feriados, ponto facultativo e reuniões pedagógicas) e claro, a falta dos professores. É pra acaba! Enfim, acredito que nem ela queira mais estresse e nem a turma do contra. Aquelas pessoas que elogiam na frente e resmungam por trás. Uma coisa é certa, se dentro de um ano o novo ou nova Secretária de Educação não der conta do recado, como aconteceu no primeiro ano de gestão do antecessor, chame a Mara Lúcia Moreira Jasper, porque em um ano, ela já conseguiu descansar e desestressar; e ela apagará o incêndio e manterá a casa sem fogo por mais 7 anos!!!!! Durma com esse barulho! #Adoro
#FicaADica: Pra Educação, tem que ser alguém que conheça o chão da sala de aula e que tenha educação acima de tudo. Fiquei sabendo de alguns nomes que me arrepiaram os cabelos. Gente intolerante, inflexível, ditadora, nariz em pé, fala sério... Que Deus nos livre de gente desequilibrada!!! #Socorro
SECRETARIA DE TRANSPORTES ou INFRAESTRUTURA: Alguém que saiba dirigir e que tenha carteira A pelo menos. Porque cá entre nós, o que são essas mil lombadas em ruas sem nenhum movimento na sempre pacata São Chico City. E o que é isso agora, esses semáforos em lugares mais pacatos ainda? Seria uma parceria com o crime organizado? E o tal trevo na gigante mesa de sinuca? Já visualizaram os turistas, na velocidade permitida 60km ou um pouco alegres, com as cervejas que tomaram e aí numa velocidade de 80km (Bem otimista) fazendo o zig-zag obrigatório desse trevo e se encontrando com uma das Scanias a 10km, que estarão tranquilamente fazendo contorno para entrar em um dos pátios dessa SC. Já imaginaram a situação ou precisa desenhar? No mínimo essas pessoas andam de bicicleta e fazem caminhadas, dirigir que bom, necas!
Lilian Flores
P.s.: Presente personalizado que ganhamos da nossa diretora no dia do funcionário público. Um mimo que faz a diferença! #IssoÉtambemFazerEducacao
POESIA PURA OU PURA POESIA?
Não sei o quero escrever.
Só tenho certeza do que não quero escrever:
POLÍTICA!...
Quero a palavra solta, livre dos versos e das rimas
Que são algemas para os sentidos...
Só sei que quero o querer querido por todas...
E sei não quero ser a querida que não quer:
NINGUÉM!
Quero o silêncio da euforia, livre dos gritos d'alma abatida
Que geme, sonha, sussurra e espera sempre...
Só sei que tenho certezas incertas.
E que sou óbvia e efêmera quando:
ANOITEÇO!
Quero a poesia das palavras comedidas,
Que dançam balé nos verbos de um anônimo poeta.
Lilian Flores
E sei não quero ser a querida que não quer:
NINGUÉM!
Quero o silêncio da euforia, livre dos gritos d'alma abatida
Que geme, sonha, sussurra e espera sempre...
Só sei que tenho certezas incertas.
E que sou óbvia e efêmera quando:
ANOITEÇO!
Quero a poesia das palavras comedidas,
Que dançam balé nos verbos de um anônimo poeta.
Lilian Flores
IDENTIDADE
Para uns, documento; para outros referência e referencial. E eu acredito que identidade é mais que um documento, que simplesmente informa dados de origem, filiação, datas, etc.
Pra mim, identidade é aquela que diz quem eu sou, através do olhar, do falar, do agir, do sentir... informações que gritam aos 4 cantos, sem ter que comprovar a veracidade! Tipo assim: ela só podia ser de São Chico mesmo; com essas pequenas rugas no canto esquerdo e direito dos olhos, só podia ter 35 anos; e com essa petulância e bravura, não nega ser filha do Canta e da Sandrinha.
É verdade sim, que nasci em São Chico e sou daquelas bem manézinha da Ilha, que prefere chinelo a salto alto; que prefere berbigão a frango; que prefere camarão a alcatra; que prefere preferir do que se abster.
É verdade também que nasci para adorar a Cristo para todo sempre e que minha identificação não são saias longas, cabelos longos, sem maquiagem, sem brincos, sem, sem, sem... pelo contrário, minhas orelhas sem brincos é aquela sensação de nudez; meus lábios sem gloss ou batom rosa, é uma sensação de garganta seca; meus cabelos sempre pelos ombros, é uma sensação de frescor, nunca tive longas madeixas porque essa sensação de que acabei de sair do banho é boa demais para ser substituída; as saias e vestidos longos eu gosto, mas sem obrigação, gosto por simplesmente gostar; porque elas deixam as pernas livres, os joelhos soltos, o tornozelo a mostra, o calcanhar leve... Sou Cristã sem estereótipo de crente, com muito orgulho!
É verdade que nasci no dia 9 de maio de 1979, a meia-noite e 2 minutos, e que esse mês é considerado o mês da família em nossa igreja; das noivas e das mães por aí e por aqui.
É verdade também que sou filha do Cantalício Flores Neto e da Sandra Regina Machado Flores e que eles são meus principais referenciais e que tudo que me ensinaram, guardo em minha memória intelectual e afetiva.
É mentira dizer, que falo pouco, (os calos nas cordas vocais não são em vão); que sou magra; que não tenho personalidade; que sou fútil; que leio pouco; que sou mentirosa...
É verdade que sou professora de Língua Portuguesa e contadora de histórias e esses são um dos motivos, pelo quais falo muito, escrevo muito e leio muito.
É verdade que troco qualquer programação, exceto culto, por um bom livro e por uma boa história, não necessariamente na mesma ordem.
É verdade que digo a verdade, doa a quem doer e que por sem assim, já perdi pequenas amizades e pequenos amores, porque se fossem grandes, prezariam a VERDADE!
Pois, como sempre me ensinaram meus pais: "antes uma AMARGA verdade, que uma doce mentira."
Lilian Flores
www.contoscontid uns, documento; para outros referência e referencial. E eu acredito que identidade é mais que um documento, que simplesmente informa dados de origem, filiação, datas, etc.
Pra mim, identidade é aquela que diz quem eu sou, através do olhar, do falar, do agir, do sentir... informações que gritam aos 4 cantos, sem ter que comprovar a veracidade! Tipo assim: ela só podia ser de São Chico mesmo; com essas pequenas rugas no canto esquerdo e direito dos olhos, só podia ter 35 anos; e com essa petulância e bravura, não nega ser filha do Canta e da Sandrinha.
É verdade sim, que nasci em São Chico e sou daquelas bem manézinha da Ilha, que prefere chinelo a salto alto; que prefere berbigão a frango; que prefere camarão a alcatra; que prefere preferir do que se abster.
É verdade também que nasci para adorar a Cristo para todo sempre e que minha identificação não são saias longas, cabelos longos, sem maquiagem, sem brincos, sem, sem, sem... pelo contrário, minhas orelhas sem brincos é aquela sensação de nudez; meus lábios sem gloss ou batom rosa, é uma sensação de garganta seca; meus cabelos sempre pelos ombros, é uma sensação de frescor, nunca tive longas madeixas porque essa sensação de que acabei de sair do banho é boa demais para ser substituída; as saias e vestidos longos eu gosto, mas sem obrigação, gosto por simplesmente gostar; porque elas deixam as pernas livres, os joelhos soltos, o tornozelo a mostra, o calcanhar leve... Sou Cristã sem estereótipo de crente, com muito orgulho!
É verdade que nasci no dia 9 de maio de 1979, a meia-noite e 2 minutos, e que esse mês é considerado o mês da família em nossa igreja; das noivas e das mães por aí e por aqui.
É verdade também que sou filha do Cantalício Flores Neto e da Sandra Regina Machado Flores e que eles são meus principais referenciais e que tudo que me ensinaram, guardo em minha memória intelectual e afetiva.
É mentira dizer, que falo pouco, (os calos nas cordas vocais não são em vão); que sou magra; que não tenho personalidade; que sou fútil; que leio pouco; que sou mentirosa...
É verdade que sou professora de Língua Portuguesa e contadora de histórias e esses são um dos motivos, pelo quais falo muito, escrevo muito e leio muito.
É verdade que troco qualquer programação, exceto culto, por um bom livro e por uma boa história, não necessariamente na mesma ordem.
É verdade que digo a verdade, doa a quem doer e que por sem assim, já perdi pequenas amizades e pequenos amores, porque se fossem grandes, prezariam a VERDADE!
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014
MÃE LEOA
MÃE LEOA
Quem me conhece, sabe que há 13 anos atrás quando estava na Univille, tive um encontro especial com a escritura intimista de Clarice Lispector e decorei alguns trechos de seus livros e com eles, enchia o saco de todo mundo recitando-os desesperadamente. Claro, que quando engravidei, minha filha não poderia ter outro nome, senão Clarice.
E tem um trecho de um de seus livros, (Uma Aprendizagem ou o Livros dos Prazeres), que Clarice escreveu, e é meu favorito: "Pedi socorro e ele não me foi negado. É como se eu fosse um tigre ferido com uma flecha fincada na carne. E tivesse rondado as pessoas medrosas para ver quem me tiraria a dor. E este homem, o meu homem, Ulisses, sentiu que um tigre ferido não é perigoso, e se aproximando, sem medo de tocar-me, retirou com cuidado a flecha fincada”.
É que ainda pouco, ao abrir minha caixa de email, vi a resposta de meu socorro! Apesar do trecho acima se remeter a um homem, que a "salvaria" de sua solidão, esse email não é que o que vocês estão pensando. Não é uma declaração de amor, mas era justamente o que eu estava esperando: O MEU SOCORRO ATENDIDO, MAIS UMA VEZ!
Quem lê minhas crônicas imagina que a Secretária de Educação do Município, Mara Lúcia Moreira Jasper, me odeie! Mas tenho absoluta certeza, que ela tem momentos de ódio, assim como eu também os tenho! As pessoas as vezes podem confundir ser de estar. Como profª. de Port., explico que os dois são verbos de ligação e que apresentam estado. Pra mim, o verbo ser, tem sentido de estado perpétuo, já o estar, tem sentido de verbo de estado passageiro. Ou seja, "ser professora", é diferente de "estar professora"!
Com todas as minhas forças e com todo o amor que dedico à escola e aos meus alunos, posso afirmar que eu SOU PROFESSORA e não apenas, ESTOU professora. E respostas como o email que recebi da Secretária, além de terem me levado às lágrimas, me dão mais orgulho de pertencer a esta classe de "mestres do saber".
Esse meu SOCORRO não foi o primeiro. Quando estava efetiva pelo segundo ano na prefeitura, fui dar aula para uma turma que era uma situação atípica no município. As reclamações ficavam apenas nos corredores e sala dos professores, mas a grande realidade é que ninguém conseguia dar aula pra eles. E eu particularmente, não conseguia!! Tentei recitar poemas, contar histórias, trabalhar com revistinhas em quadrinho, charges de jornais, etc...NADA prendia a atenção. Pra mim, aquilo não era normal, pois em todas as salas que passei, quando eu começo com: "era uma vez..." a galera já esbugalha os olhos.
Enfim, ali isso não acontecia e me angustiava demais, ao ponto que em meados de abril, protocolei minha redução de carga horária, e a Secretária veio pessoalmente na outra escola que eu trabalhava, saber o motivo pelo qual queria sair. Expliquei os porquês, e ela acreditando mais em mim do que eu mesma, não aceitou a redução e ainda perguntou-me o que eu queria que fosse feito? Parecia FADA-MADRINHA, exatamente como acabei de ler seu email. Após os combinados, ela foi assistir a minha aula e constatou que eu não havia mentido ou exagerado. "Realmente não tinha como acontecer o ensino e aprendizagem naquela turma". Foram suas palavras naquela manhã de maio de 2011, que lavaram a minha alma angustiada. Chamou a direção e pediu que fossem tomadas as devidas providências: como palestras, ajustes estruturais, conselho tutelar, reunião de pais entre outras medidas de âmbito MACRO. Não solucionou totalmente os problemas, porque na verdade, as ações diárias de prevenção, de retaguarda, não diz respeito a Secretaria mesmo, mas sim in loco, (MICRO). E aí camarada, já Elvis...como dizem por aí!
Depois, novamente ela me socorreu em uma situação que não diz respeito a estrutura e nem a alunos, mas de gestão. Uns nasceram para ensinar (como eu); outros nasceram para administrar bens (somente os meus e porque sou obrigada); outros nasceram para gerenciar pessoas (digamos que dou conta do recado); outros conseguem executar essas 3 habilidades com dificuldades, outros com destreza... E aí você assume um cargo e não tem habilidade para tal? Até logo, porque você pode conseguir mascarar esse seu déficit por um ano no máximo, depois...já Élvis!
Enfim, quinta-feira será um novo amanhecer. Um amanhã com sabor de esperança, com cheiro de justiça, com jeitinho vitória.
Obrigada Deus! Obrigada professora, mãe e Secretária de Educação por ter se colocado em meu lugar. Por ter me ouvido, por ter me lido, por ser essa pessoa tão COMPETENTE, JUSTA, PARCEIRA, ADORÁVEL, MAS AS VEZES, ODIOSA. (risos) Como a sra. sempre diz: "Nem Jesus Cristo que era perfeito, conseguiu agradar a todo mundo mesmo..." DESCONFIO, que temos uma "qualidade ou defeito" em comum: somos duas mulheres que não temos a mínima vontade de querer agradar ninguém. Se agradamos, é sem querer querendo! rsrsrs
Quem realmente me conhece, sabe que não tenho motivos para "puxar-saco", mas que sou uma pessoa que preza pela verdade e pela justiça. E verdades sempre terão que ser ditas, mesmo que as vezes elas provoquem dor ou ódio. Meus pais sempre me recitavam uma frase, que decorei e a guardo não apenas em minha memória, mas em meu coração e tento sempre coloca-la em prática: "Antes uma AMARGA verdade, do que uma DOCE mentira".
Porque podem mexer com a gente, pois temos igualdade de força, inteligência, maturidade, responsabilidade...SÓ NÃO MEXAM COM O FILHO DA GENTE! Viramos LEOAS!!!!
Lilian Flores
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domingo, 12 de outubro de 2014
ELEIÇÕES PARA O SINDICATO DOS SERV. PÚBLICOS DE SÃO CHICO
ELEIÇÕES PARA O SINDICATO DOS SERV. PÚBLICOS DE SÃO CHICO
Quem eu votei? Sou sincera em dizer que fiquei entre a CRUZ e a ESPADA. De um lado, o pedido de voto de uma irmã em Cristo e do outro, o pedido de um grande amigo de trabalho.
Antes mesmo do Raul Francisco Macedo anunciar que seria candidato, meu amigo Geovani Macedo, já havia me antecipado a notícia e assim, pedindo meu voto. E é claro que eu disse sim!
Depois da campanha lançada, Eliane pediu-me seu voto e eu respondi, que votaria no candidato que não fosse o que o prefeito apoiasse. Então, ela disse: "é a nossa Chapa!" Na hora disse que votaria nela, pois tinha o pré-requisito que eu havia estabelecido como melhor, apesar de eu ser totalmente contra a reeleição.
Mas enfim, durante a semana toda fiquei nessa encruzilhada. De um lado, eu tinha a promessa da luta em nossa defesa e do outro lado, um plano lindo, mas com a prerrogativa do prefeito. Ou seja, aquela dúvida cruel: será que o homi vai permitir? Porém, havia a promessa também de que, apesar do apoio que tinha do governante, se os interesses do servidores fossem violados, o Chico se posicionaria contra o poder. Como aconteceu com a atual gestão, que foi eleita através do apoio do Excelentíssimo, mas bravamente, se posicionaram contra, assim que tentaram violar direitos. É isso mesmo que deve acontecer... Não importa quem apoie, você não pode se sentir refém do mesmo. Penso que apoio, é algo voluntário ou pelo menos deveria ser.
Mas quem eu apoiei? Ninguém! A minha voluntariedade ficou muda para não prejudicar nem um e nem o outro. Se apoiasse Eliane, criaria um clima desarmônico em meu ambiente de trabalho e também, se apoiasse o Chico, criaria um clima desarmônico na igreja, na qual congregamos.
Em quem votei? Preciso desabafar e dizer: que por laços de amizade, decidi votar no Macedo, mas também confesso, que fiquei na torcida interior, pela Eliane Curvello. Porque sei que ela tem peito para enfrentar as milícias do autoritarismo que reina em nossa cidade. Não que o Chico não tenha, mas ele estava do lado de lá, e no fim das contas, isso pesa na balança.
O ruim de você ficar em cima do muro, é porque acaba não se sentindo a vontade para colocar uma camiseta, um adesivo no carro, nem mesmo curtir e comentar um post no facebook,etc..Isso provocou-me uma angústia horrível, da qual não quero nunca mais sentir.
Por outro lado, fiquei pensando e imaginando, a quantidade de gente que senti isso... Pois, a grande maioria não se posiciona pra nada na vida. Leva essa rotina de viver construindo uma moradia em cima do muro, sentindo-se confortavelmente nessa vidinha +ou-!
No frigir dos ovos: a sensação é de que deixei meu voto em branco; talvez, teria sido a atitude mais sensata? Não sei! Fiz o que meu coração mandou!
Lilian Flores
Lilian Flores
terça-feira, 30 de setembro de 2014
EU TAMBÉM FIQUEI BEGE...
Hoje eu também fiquei bege, Profª Marília. Bege com a fluidez da leitura do palestrante japonês. Bege com a quantidade de slides intermináveis. Bege também com a quantidade de professores presentes a tarde toda, firmes e fortes...ou quase firmes e quase fortes! Como quem me conhece, sabe que eu sempre gosto de fazer algum curso, de preferência um bom curso. Mas, como não se consegue prever se é bom ou não, a gente acredita e comparece, levando no peito a esperança de encontrar respostas. E acredito que eu não seja a única que pense assim...
Mas como disse na última crônica, a respeito do outro curso, a gente sempre consegue tirar algo de bom num encontro como esse, como por exemplo encontrar amigos e rir da vida; das gafes de uma certa professora de português bocuda; das leis que o Romeu citou e que não são cumpridas em sua completude e seria utopia, pensar que um dia se cumprirão; da mudança dos nomes com a intenção de diminuir preconceitos, mas que no fritar dos ovos, o preconceito não está em si na palavra, mas no modo como elas são ditas. Palavras essas, que apesar do conceito diferente em que cada uma recebe hoje, como doença mental e deficiência intelectual que são "quase" sinônimas. Claro, quase...mas não são!
Enfim, depois de quase tonta com o recital de leis, teve algo que me deixou mais bege hoje. Foi saber que uma grande amiga de trabalho, foi insultada e humilhada em um "conselho de classe" e que fique claro aos navegantes, não foi na minha escola. Óbvio!
Como óbvio? Simples, primeiro porque minha diretora é educadíssima, fina, culta, inteligente e uma pessoa inteligente sabe que tal atitude é um tiro no pé!
Mas fiquei ainda mais bege, ao saber que ninguém se levantou para defende-la! E até imagino porque não fizeram. Talvez porque a agressora esteja em uma situação de liderança e por estar em uma situação de "destaque", provoque aquela sensação de: se eu falar, quem vai se ferrar? Mas que medo é esse que faz as pessoas ficarem mudas? Será o privilégio de sair uns 15 minutos mais cedo? Ou receber aquela falta justificada sem o devido atestado, para ganhar o prêmio assiduidade no final do ano? Ou será que será, como diz o grande Chico Buarque? Não sei! Mas imagino que tenham muitos outros serás!!!!
Depois, fiquei bege com a afirmativa da prof.ª Marília, ao indagar o Romeu sem Julieta, dizendo que tudo o que estava se falando, era fora da realidade atual. Nesse momento, ela foi aplaudida por mim e por todos os professores conscientes da realidade do dia-a-dia da sala de aula; na certa, esse foi o momento clímax dessa tarde nublada. E que venham outras tardes e manhãs nubladas ou ensolaradas com cursos bons ou ruins, porque sempre se extrai favo do mel, ou fel do favo, ou mel do fel, ou um favo d'mel!
E o desfecho final? Esse foi tão bom quanto o clímax... O Romeu, quando disse que não podia perder o avião com destino à Julieta... nossa! Realmente foi o auge! Shakespeare na tumba aplaudiu em cinzas, e toda a sua plateia de literatos e pseudos-literatos, no cine teatro X de Novembro, tudo junto e misturado, aclamaram o fim da tarde...sem lágrimas, sem dor e sem cicuta. Graças a Deus!
Lilian Flores
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
Ensinar, ensinar a ensinar+aprender, aprender a aprender...
Hoje, há quase 9 meses do ano letivo, a Secretaria de Educação pariu um curso, para capacitação dos professores do Ensino Fundamental II. O curso nasceu, esperamos que o bebê cresça. Não vou dizer que foi uma experiência ruim, porque aprendi algumas coisas que eu não sabia, no entanto, não foi a 8ª maravilha do mundo!
Pelo menos desta vez, o professor tinha experiência de sala de aula em escola pública. Não é aqueles cursos que você sai levitando e supermotivado, com milhões de ideias novas... como aconteceu comigo com a Roberta, Andréia, Geane, tantas outras professoras que estavam lá no PROLER, curso promovido pela Univille, na segunda feira passada. Onde todos os mestres Contadores, Escritores, Pensadores e (en)cantadores de Histórias nos encantaram e nos convidaram ao encantamento. Pois, acredita-se que o aprendizado acontece, quando nos sentimos encantados pelo professor que transmite o conteúdo, de uma forma encantadora.
Por outro lado, ele foi honesto: não fez carinha de melhor professor do planeta terra, nem tão pouco comprou os nossos apelos saudosistas. E foi bem claro: o curso é para o professor e não para o aluno! Contudo, porém, todavia... nas entrelinhas, o discurso é sempre o mesmo: NÓS SOMOS OS SALVADORES DA PÁTRIA E TAMBÉM OS CULPADOS PELAS MAZELAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.
De tudo o que foi compartilhado hoje, além das informações que eu desconhecia, em que nossos alunos precisam ler 90 palavras por minuto, algumas técnicas de concentração e os modelos de registro do conteúdo aprendido, afim de aumentar a nota da Prova Brasil e ENEM, e claro, para melhorar o nosso IDEB. O que ficou na minha MEMÓRIA AFETIVA, é a frase de que devemos, "Ensinar, ensinar, a ensinar e aprender, aprender e a aprender", além do sotaque mineiro do professor palestrante.
Parece uma frase óbvia e comum, mas não é! Pelo menos não pra mim. A repetição do verbo ensinar, ela provoca uma inquietação no sentido de NÃO DESISTIR e nos convida a desafiar nossos alunos a serem professores também (ENSINAR, ENSINAR A ENSINAR). Ensiná-los a ensinar.
Já a repetição do verbo aprender, é ainda mais desafiadora, pois ela nos coloca no lugar de ALUNO pra sempre! E também nos convida a mudar, ou seja, a estarmos atentos aos aprendizados corriqueiros e também aos complexos.(APRENDER, APRENDER, A APRENDER)
Apesar do curso em suas entrelinhas cair naquele discurso comum, ele trouxe práticas pedagógicas ou "metade da receita", como o Prof. Gustavo afirmou, e também princípios matemáticos, para "medir o aprendizado", entre outras meias-receitas.
Depois do curso, a caminho da creche para buscar minha filha, fiquei confabulando com o volante do meu carro: ENEM e PROVA BRASIL são os norteadores e termômetros para medir aprendizagem? Pelo jeito sim...
RESUMO DA ÓPERA: SOMOS TODOS NÚMEROS! O aluno é o consumidor, o aprendizado um produto na prateleira, a escola a loja de conveniências e nós professores? Um balconista, um atravessador, um contrabandista, um atacadista, um sacoleiro, um camelô...
Lilian Flores
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Pelo menos desta vez, o professor tinha experiência de sala de aula em escola pública. Não é aqueles cursos que você sai levitando e supermotivado, com milhões de ideias novas... como aconteceu comigo com a Roberta, Andréia, Geane, tantas outras professoras que estavam lá no PROLER, curso promovido pela Univille, na segunda feira passada. Onde todos os mestres Contadores, Escritores, Pensadores e (en)cantadores de Histórias nos encantaram e nos convidaram ao encantamento. Pois, acredita-se que o aprendizado acontece, quando nos sentimos encantados pelo professor que transmite o conteúdo, de uma forma encantadora.
Por outro lado, ele foi honesto: não fez carinha de melhor professor do planeta terra, nem tão pouco comprou os nossos apelos saudosistas. E foi bem claro: o curso é para o professor e não para o aluno! Contudo, porém, todavia... nas entrelinhas, o discurso é sempre o mesmo: NÓS SOMOS OS SALVADORES DA PÁTRIA E TAMBÉM OS CULPADOS PELAS MAZELAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.
De tudo o que foi compartilhado hoje, além das informações que eu desconhecia, em que nossos alunos precisam ler 90 palavras por minuto, algumas técnicas de concentração e os modelos de registro do conteúdo aprendido, afim de aumentar a nota da Prova Brasil e ENEM, e claro, para melhorar o nosso IDEB. O que ficou na minha MEMÓRIA AFETIVA, é a frase de que devemos, "Ensinar, ensinar, a ensinar e aprender, aprender e a aprender", além do sotaque mineiro do professor palestrante.
Parece uma frase óbvia e comum, mas não é! Pelo menos não pra mim. A repetição do verbo ensinar, ela provoca uma inquietação no sentido de NÃO DESISTIR e nos convida a desafiar nossos alunos a serem professores também (ENSINAR, ENSINAR A ENSINAR). Ensiná-los a ensinar.
Já a repetição do verbo aprender, é ainda mais desafiadora, pois ela nos coloca no lugar de ALUNO pra sempre! E também nos convida a mudar, ou seja, a estarmos atentos aos aprendizados corriqueiros e também aos complexos.(APRENDER, APRENDER, A APRENDER)
Apesar do curso em suas entrelinhas cair naquele discurso comum, ele trouxe práticas pedagógicas ou "metade da receita", como o Prof. Gustavo afirmou, e também princípios matemáticos, para "medir o aprendizado", entre outras meias-receitas.
Depois do curso, a caminho da creche para buscar minha filha, fiquei confabulando com o volante do meu carro: ENEM e PROVA BRASIL são os norteadores e termômetros para medir aprendizagem? Pelo jeito sim...
RESUMO DA ÓPERA: SOMOS TODOS NÚMEROS! O aluno é o consumidor, o aprendizado um produto na prateleira, a escola a loja de conveniências e nós professores? Um balconista, um atravessador, um contrabandista, um atacadista, um sacoleiro, um camelô...
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
COXINHA COM MAIONESE E COCA-COLA: SERVIDO?
Eu bem que queria ser COXINHA, mas falta-me CORAGEM!!!!! Pra ser COXINHA DE VERDADE precisa de muita coragem... Coragem pra fazer sempre cara de paisagem. Coragem pra dizer sempre sim ou quem sabe? Coragem pra vc colocar a MÁSCARA de COXINHA. Coragem pra ser quem vc não é!
Falo isso de cadeira, porque já fui uma COXINHA! Aliás, durante todo o meu estágio probatório, eu confesso que fui COXINHA. Mas agora, graças ao fim desses intermináveis 3 anos, totalmente alforriada; agora eu estou livre dessa GORDURA TRANS que cercava minha alma... (risos)
Mas quem é COXINHA? Vixe tá cheio de gente assim... o pior é que como já fui COXINHA, conheço de ponta-a-ponta a cartilha de uma COXINHA. Ou seja, farejo COXINHAS a km de distância.
A questão não é vc ESTAR COXINHA é vc SER COXINHA!!! Aquele tipinho, que vem e bate nas costas da gente, elogiando nossa atuação e nossa capacidade de dizer o que pensamos. Mas, só faz isso, nada além disso.
Acreditem, eu gosto de perder o meu tempo aqui no computador, somente para ler, ESCREVER CRÔNICAS quando se fazem muito necessárias, até hoje, acho que escrevi umas 6 ou 7, assistir vídeos que eu julgo interessante e curtir os comentários e debater assuntos que não posso deixar passar desapercebidos. Antigamente eu curtia Orkut, MSN, Badoo, fóruns, fuçar blog's... Mas a falta de tempo e a idade, vai nos fazendo ser cada vez mais seletivos.
Os COXINHAS são os que estão por dentro de tudo, eles ficam sabendo de coisas que estão no pré-pensamento, eu desconfio! Eles é que me atualizam das notícias, das quais morrem de medo de opinar.
Por que ser tão medíocre? E eles dão as desculpas mais esfarrapadas possíveis pela sua atuação apolítica: "Adorei a sua crônica, queria tanto escrever como vc escreve, mas eu não comentei nada porque não gosto de me envolver em discussões em facebook" ou tipo assim: "gostei do que vc escreveu, mas meu facebook é só para postar coisas da família... ou, "eu não tenho facebook, mas li o que vc escreveu pelo face do meu filho"...e por ai vão as desculpas. Alguns são bem cara de pau mesmo: "eu não curti porque estou em cargo, sabe como é?"
Eu fico pensando com os meus botões: há uma DITADURA do que vc pode curtir, do que vc pode escrever, do que vc pode dizer???? Ou seja, HÁ PESSOAS que não são livres? HÁ pessoas que trabalham apenas por causa da bonificação acima do salário e outras apenas pelo salário? HÁ PESSOAS que são apenas números e sentem prazer em ser apenas UM NR? HÁ PESSOAS que só querem o cargo e nada mais além das pompas e o orgulho que ele proporciona? Sinceramente, desconfio que estejamos vivendo em um Estado Laico e Democrático! São todos FANTOCHES? E eu sou fantoche dos COXINHAS, então?
Com todo orgulho posso afirmar que não sou FANTOCHE! Mas se eu tivesse que escolher de quem eu queria ser fantoche, claro que eu escolheria dos COXINHAS. Simplesmente, porque eu sempre vou me compadecer dos menos favorecidos intelectualmente, financeiramente, socialmente...; também porque ser COXINHA é um estado passageiro eu acredito, pois como disse: já fui COXINHA em meu passado não muito distante; e o principal de eu preferir eles, é devido a sua ingenuidade que beira a comicidade e ao drama ao mesmo tempo.
Enfim, que gestão é essa que ainda se enquadra nos padrões da velha-política? Seria medo de atuar, discutir, refletir práticas e ações que estão em desacordo com a população, que se manifesta nos meios de comunicação modernos? Por medo de não saber o que dizer e assim atacam tentando fazer terrorismo com os mais frágeis?
Ainda não vos disseram que o "poder" é EFÊMERO? Que o poder apesar de sua aparência de FORTE, é um cristal que pode ser quebrado DIARIAMENTE. Mas ele pode voltar ao fogo e se tornar uma NOVA TAÇA. Não precisa ter medo da queda, dos cacos, do fogo... O importante é se deixar ser TAÇA novamente, transparente, mas que anseia por um VINHO tinto seco. O poder tem seus PRÓS, mas também tem seus CONTRAS. Tem gente que só quer os PRÓS, mas só existe o PODER e ele só é legitimado quando se tem OPOSIÇÃO.
Mas eu só escrevi tudo isso, porque um certo COXINHA, veio me dizer na semana anterior, por isso que digo que os COXINHAS leem atrás do pensamento, que o VALE ALIMENTAÇÃO será diminuído e agora se tornará um VALE COXINHA, como haviam apelidado no passado.
Oras, posso dizer que acho JUSTO diminuir o valor para aqueles que trabalham menos horas (6h) e que tem o privilégio de poderem economizar e almoçarem em suas casas. Eu não posso, compro marmita ou trago comida para almoçar na escola. É justo um trabalhar 40h e o outro 20h e ambos receberem o mesmo valor em vale-alimentação? Sei lá, não sou juíza, se alguém achar que está sendo lesado, advogados, fóruns, sindicatos...servem e ganham para isso: defender o seu direito.
O que não é honroso, é ficar reclamando pelos corredores da vida, colocar o UNIFORME DE COXINHA e fazer cara de paisagem. Se posicione, discuta, reflita, dialogue...é nesses fóruns de discussões que se encontram as melhores saídas para todos. Pois, a Prefeitura precisa cortar gastos e o servidor precisa comer, cada um vai defender o seu ponto de vista. O que não se pode fazer, é ficar alheio a assuntos tão importantes e que nesse caso não diz respeito a mim, mas manifesto-me pensando num todo. Apesar de achar justo a equiparação de horas trabalhadas, com o valor do vale-alimentação; por outro lado, vem a questão: mesmo eu trabalhando 20h ou trabalhando 40h o valor da marmita, buffet ou kg não diminui. O dono do restaurante não diz assim: "ah, coitado, agora recebeu diminuição de carga horária, está ganhando menos, vou te cobrar a metade também!" E aí?
Serve uma COXINHA COM MAIONESE E COCA-COLA?
Lilian Flores
Falo isso de cadeira, porque já fui uma COXINHA! Aliás, durante todo o meu estágio probatório, eu confesso que fui COXINHA. Mas agora, graças ao fim desses intermináveis 3 anos, totalmente alforriada; agora eu estou livre dessa GORDURA TRANS que cercava minha alma... (risos)
Mas quem é COXINHA? Vixe tá cheio de gente assim... o pior é que como já fui COXINHA, conheço de ponta-a-ponta a cartilha de uma COXINHA. Ou seja, farejo COXINHAS a km de distância.
A questão não é vc ESTAR COXINHA é vc SER COXINHA!!! Aquele tipinho, que vem e bate nas costas da gente, elogiando nossa atuação e nossa capacidade de dizer o que pensamos. Mas, só faz isso, nada além disso.
Acreditem, eu gosto de perder o meu tempo aqui no computador, somente para ler, ESCREVER CRÔNICAS quando se fazem muito necessárias, até hoje, acho que escrevi umas 6 ou 7, assistir vídeos que eu julgo interessante e curtir os comentários e debater assuntos que não posso deixar passar desapercebidos. Antigamente eu curtia Orkut, MSN, Badoo, fóruns, fuçar blog's... Mas a falta de tempo e a idade, vai nos fazendo ser cada vez mais seletivos.
Os COXINHAS são os que estão por dentro de tudo, eles ficam sabendo de coisas que estão no pré-pensamento, eu desconfio! Eles é que me atualizam das notícias, das quais morrem de medo de opinar.
Por que ser tão medíocre? E eles dão as desculpas mais esfarrapadas possíveis pela sua atuação apolítica: "Adorei a sua crônica, queria tanto escrever como vc escreve, mas eu não comentei nada porque não gosto de me envolver em discussões em facebook" ou tipo assim: "gostei do que vc escreveu, mas meu facebook é só para postar coisas da família... ou, "eu não tenho facebook, mas li o que vc escreveu pelo face do meu filho"...e por ai vão as desculpas. Alguns são bem cara de pau mesmo: "eu não curti porque estou em cargo, sabe como é?"
Eu fico pensando com os meus botões: há uma DITADURA do que vc pode curtir, do que vc pode escrever, do que vc pode dizer???? Ou seja, HÁ PESSOAS que não são livres? HÁ pessoas que trabalham apenas por causa da bonificação acima do salário e outras apenas pelo salário? HÁ PESSOAS que são apenas números e sentem prazer em ser apenas UM NR? HÁ PESSOAS que só querem o cargo e nada mais além das pompas e o orgulho que ele proporciona? Sinceramente, desconfio que estejamos vivendo em um Estado Laico e Democrático! São todos FANTOCHES? E eu sou fantoche dos COXINHAS, então?
Com todo orgulho posso afirmar que não sou FANTOCHE! Mas se eu tivesse que escolher de quem eu queria ser fantoche, claro que eu escolheria dos COXINHAS. Simplesmente, porque eu sempre vou me compadecer dos menos favorecidos intelectualmente, financeiramente, socialmente...; também porque ser COXINHA é um estado passageiro eu acredito, pois como disse: já fui COXINHA em meu passado não muito distante; e o principal de eu preferir eles, é devido a sua ingenuidade que beira a comicidade e ao drama ao mesmo tempo.
Enfim, que gestão é essa que ainda se enquadra nos padrões da velha-política? Seria medo de atuar, discutir, refletir práticas e ações que estão em desacordo com a população, que se manifesta nos meios de comunicação modernos? Por medo de não saber o que dizer e assim atacam tentando fazer terrorismo com os mais frágeis?
Ainda não vos disseram que o "poder" é EFÊMERO? Que o poder apesar de sua aparência de FORTE, é um cristal que pode ser quebrado DIARIAMENTE. Mas ele pode voltar ao fogo e se tornar uma NOVA TAÇA. Não precisa ter medo da queda, dos cacos, do fogo... O importante é se deixar ser TAÇA novamente, transparente, mas que anseia por um VINHO tinto seco. O poder tem seus PRÓS, mas também tem seus CONTRAS. Tem gente que só quer os PRÓS, mas só existe o PODER e ele só é legitimado quando se tem OPOSIÇÃO.
Mas eu só escrevi tudo isso, porque um certo COXINHA, veio me dizer na semana anterior, por isso que digo que os COXINHAS leem atrás do pensamento, que o VALE ALIMENTAÇÃO será diminuído e agora se tornará um VALE COXINHA, como haviam apelidado no passado.
Oras, posso dizer que acho JUSTO diminuir o valor para aqueles que trabalham menos horas (6h) e que tem o privilégio de poderem economizar e almoçarem em suas casas. Eu não posso, compro marmita ou trago comida para almoçar na escola. É justo um trabalhar 40h e o outro 20h e ambos receberem o mesmo valor em vale-alimentação? Sei lá, não sou juíza, se alguém achar que está sendo lesado, advogados, fóruns, sindicatos...servem e ganham para isso: defender o seu direito.
O que não é honroso, é ficar reclamando pelos corredores da vida, colocar o UNIFORME DE COXINHA e fazer cara de paisagem. Se posicione, discuta, reflita, dialogue...é nesses fóruns de discussões que se encontram as melhores saídas para todos. Pois, a Prefeitura precisa cortar gastos e o servidor precisa comer, cada um vai defender o seu ponto de vista. O que não se pode fazer, é ficar alheio a assuntos tão importantes e que nesse caso não diz respeito a mim, mas manifesto-me pensando num todo. Apesar de achar justo a equiparação de horas trabalhadas, com o valor do vale-alimentação; por outro lado, vem a questão: mesmo eu trabalhando 20h ou trabalhando 40h o valor da marmita, buffet ou kg não diminui. O dono do restaurante não diz assim: "ah, coitado, agora recebeu diminuição de carga horária, está ganhando menos, vou te cobrar a metade também!" E aí?
Serve uma COXINHA COM MAIONESE E COCA-COLA?
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terça-feira, 26 de agosto de 2014
MARina
Se eu tivesse que pronunciar, fazer separação silábica, escrever, ler... eu faria assim: MARina! Porque cá entre nós, não é qualquer pessoa que tem o glamour e o privilégio de ter em seu nome a palavra MAR.
Eu sou uma pessoa suspeita pra falar dele, afinal, o MAR faz parte da minha existência, desde o ventre até o presente momento. Eu posso dizer que sou uma ILHA cercada de UM MAR!!
UM MAR de pessoas... UMA MAR de irmãos em Cristo (incontáveis); UM MAR de amigos que cultivo desde o meus 4 anos, como a Aline, a Ivana, Nara, Greise e Gredson, Carmem, Hemilin, Geisa e Gilvana Maia; ou seja, 31 anos de praia! Mas tenho UM MAR de amigos recém-chegados e que vieram pra ficar: como a Katia, Cleo, Geane, Miro, Geovani, Marina, etc, etc, etc,... UM MAR de amigos de profissão e labuta (número indeterminado); UM MAR de paixões platônicas; UM MAR de paixões avassaladoras; UM MAR de amores não correspondidos; UM MAR de desencontros, entre tantos outros MARES.
Mas enfim, a nossa futura presidenta talvez seja MARina Silva, irmã em Cristo, missionária da Igreja Assembleia de Deus, professora e que aos poucos tem conquistado o meu voto e de muitos outros brasileiros. Confesso que tenho receio que se ela ganhar, renuncie alguns meses ou anos depois, porque seria a minha primeira reação se eu tivesse que fazer qualquer coisa que fosse contra aquilo que acredito. Mas ontem, depois de um papo-reto com o meu paxxxtor (Roberto Buriti) depois da palavra ministrada pelo irmão (Alexandre Andrade) e o louvor e testemunho do outro irmão (Tim), refleti sobre tudo e principalmente por assuntos que nem sequer mencionamos, mas que ficaram nas entrelinhas dos nossos desabafos e conselhos.
Com a cabeça recostada em meu travesseiro de penas, fiquei tagarelando com Deus, com os botões da minha camisola, com meu consciente, com minha memória e claro, com meu travesseiro. Primeiro, percebi que precocemente julguei uma ação que talvez ela não cometa, como renunciar. Num segundo momento, pensei: se ela tem todos os atributos que admiro em um ser humano (sua fé, honestidade, dedicação (a causa ambiental, à política e à educação), inteligência, bravura, simplicidade, humildade, entre outros), por que não votar nela? E por fim, veio a minha memória, que na última eleição, eu havia votado em MARina.
Lágrimas, dúvidas, vírgulas, exclamações, interrogações, reticências...tudo isso misturado a muita fé de que ela seja o cumprimento do propósito de Deus para a nossa nação! "Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e se converter dos seus caminhos, eu ouvirei do céu e sararei a sua terra." (2 Cr.7:14)
Que Deus nos abençoe e nos oriente em todo o tempo. Pois, feliz a nação, cujo o Deus é o Senhor!(Sl.33:12)
Lilian Flores
www.contoscontidos.blogspot.com.br
Eu sou uma pessoa suspeita pra falar dele, afinal, o MAR faz parte da minha existência, desde o ventre até o presente momento. Eu posso dizer que sou uma ILHA cercada de UM MAR!!
UM MAR de pessoas... UMA MAR de irmãos em Cristo (incontáveis); UM MAR de amigos que cultivo desde o meus 4 anos, como a Aline, a Ivana, Nara, Greise e Gredson, Carmem, Hemilin, Geisa e Gilvana Maia; ou seja, 31 anos de praia! Mas tenho UM MAR de amigos recém-chegados e que vieram pra ficar: como a Katia, Cleo, Geane, Miro, Geovani, Marina, etc, etc, etc,... UM MAR de amigos de profissão e labuta (número indeterminado); UM MAR de paixões platônicas; UM MAR de paixões avassaladoras; UM MAR de amores não correspondidos; UM MAR de desencontros, entre tantos outros MARES.
Mas enfim, a nossa futura presidenta talvez seja MARina Silva, irmã em Cristo, missionária da Igreja Assembleia de Deus, professora e que aos poucos tem conquistado o meu voto e de muitos outros brasileiros. Confesso que tenho receio que se ela ganhar, renuncie alguns meses ou anos depois, porque seria a minha primeira reação se eu tivesse que fazer qualquer coisa que fosse contra aquilo que acredito. Mas ontem, depois de um papo-reto com o meu paxxxtor (Roberto Buriti) depois da palavra ministrada pelo irmão (Alexandre Andrade) e o louvor e testemunho do outro irmão (Tim), refleti sobre tudo e principalmente por assuntos que nem sequer mencionamos, mas que ficaram nas entrelinhas dos nossos desabafos e conselhos.
Com a cabeça recostada em meu travesseiro de penas, fiquei tagarelando com Deus, com os botões da minha camisola, com meu consciente, com minha memória e claro, com meu travesseiro. Primeiro, percebi que precocemente julguei uma ação que talvez ela não cometa, como renunciar. Num segundo momento, pensei: se ela tem todos os atributos que admiro em um ser humano (sua fé, honestidade, dedicação (a causa ambiental, à política e à educação), inteligência, bravura, simplicidade, humildade, entre outros), por que não votar nela? E por fim, veio a minha memória, que na última eleição, eu havia votado em MARina.
Lágrimas, dúvidas, vírgulas, exclamações, interrogações, reticências...tudo isso misturado a muita fé de que ela seja o cumprimento do propósito de Deus para a nossa nação! "Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e se converter dos seus caminhos, eu ouvirei do céu e sararei a sua terra." (2 Cr.7:14)
Que Deus nos abençoe e nos oriente em todo o tempo. Pois, feliz a nação, cujo o Deus é o Senhor!(Sl.33:12)
Lilian Flores
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domingo, 24 de agosto de 2014
ELEIÇÕES 2014: PRESIDENTA DE NOVO!!!!
AÉCIO TA MORTO, SÓ ESQUECERAM DE ENTERRAR O DEFUNTO! DESCULPAS AÍ, MAS SÓ DOIDO PRA VOTAR NUM CARA QUE VEM DE UMA FAMÍLIA QUE SEMPRE FORAM OS CORONÉIS DA POLÍTICA DE MINAS, MULHERENGO E QUE NUNCA TRABALHOU, SEMPRE VIVEU ÀS CUSTAS DO SOBRENOME NEVES! SERÁ QUE JA VIMOS ESSE FILME ANTES? (FAMÍLIA BORNAUSEN EM SC, FAMÍLIA SARNEY NO MA, FAMÍLIA CAMPOS EM PE, FAMÍLIA MAGALHÃES NA BA).
DEPOIS DA MORTE DO SANTO, OPS!, DO CAMPOS, TEREMOS 2º TURNO, SIM! MARINA E DILMA NA DISPUTA PELA PRESIDÊNCIA.
DUAS MULHERES ÍMPARES, EM TERMOS DE LUTAS E IDEAIS, CLARO!
A DIFERENÇA É QUE DILMA FAZ ACONTECER E MARINA SÓ PLANEJA. FICA NO CAMPO DAS IDEAIS. (MARINA foi ministra por 5 anos na época de Lula, quem lembra? O que ela fez? Nada! Além de não fazer NADA, a mulher não deixou ninguém fazer NADA, também!)
LULA CARINHOSAMENTE A EXONEROU, ÓBVIO! MAS, SOLICITOU QUE ELA FIZESSE UMA "CARTINHA DE DESPEDIDA" .
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: QUEM VENCE? NÃO SEI! VAI SER VOTO À VOTO!!!!
MAS ENTRE UMA AGNÓSTICA CENTRADA E EQUILIBRADA (fria) QUE DIZ E FAZ O QUE PENSA COM TRANSPARÊNCIA... E UMA PENTECOSTAL PERDIDA NO ESPAÇO SIDERAL, OU SEJA, NUM LUGAR ONDE QUALQUER CRISTÃO QUE ESTIVER LÁ, IRÁ SE CORROMPER,(morna); POIS PERGUNTE A ELA SOBRE O CASAMENTO GAY E ABORTO? NESSE MOMENTO, COM CERTEZA FICARÁ EM CIMA DO MURO PARA AGRADAR GREGOS E TROIANOS. PREFIRO A FRIA!!!! POIS COMO ESCREVEU JOÃO EM APOCALÍPSE: "Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Ap.3:15-16"
E SE FOR ELEITA, ALGO BEM PROVÁVEL, DESCULPA AÍ... MAS A MULHER VAI FAZER QUE NEM CAPITÃO NASCIMENTO: VAI PEDIR PRA SAIR!!!!! PORQUE OU ELA SE JUNTA AOS DESMANDES DAQUELES QUE ESTÃO NA OUTRA PONTA DO PODER E PASSA POR CIMA DE SEUS PRINCÍPIOS CRISTÃOS OU ELA SE CORROMPE PRA NÃO PERDER O PODER QUE TANTO ENVAIDECE E ASSOBERBA AS PESSOAS DE UM MODO GERAL.
COMO MARINA É UMA PESSOA SIMPLES E COM TODA CERTEZA ELA NÃO É TODO MUNDO!!!! PORTANTO, ACREDITO QUE O PODER NÃO RELUZ COMO OURO PRA ELA, COMO RELUZ A OUTRAS PESSOAS. SEM REMORSO ALGUM, ELA PEDIRÁ PARA SAIR E AINDA FICARÁ COMO MÁRTIR DA HONESTIDADE!!!!
AÍ MORA O GRANDE PERIGO! QUEM SERÁ O PRESIDENTE? O VICE ALBULQUERQUE, CLARO! UM CATÓLICO ULTRA-LIBERAL QUE TEM UM DISCURSO PROGRESSISTA-CAPITALISTA, NUM PARTIDO DISFARÇADO DE SOCIALISTA. VAI SER LINDO DE VER ELE GOVERNANDO O NOSSO PAÍS! MAIS PERDIDO QUE CEGO EM TIROTEIO.
ESSAS ELEIÇÕES SERÃO DE TIRAR O SONO DE MUITOS CABIDES DE EMPREGO!!!
Lilian Flores
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